BEM-VINDOS A ESTE ESPAÇO

Bem-Vindos a este espaço onde a temática é variada, onde a imaginação borbulha entre o escárnio e mal dizer e o politicamente correcto. Uma verdadeira sopa de letras de A a Z num país sem futuro, pobre, paupérrimo, ... de ideias, de políticas, de educação, valores e de princípios. Um país cada vez mais adiado, um país "socretino" que tem o seu centro geodésico no ministério da educação, no cimo do qual, temos um marco trignométrico que confundindo as coordenadas geodésicas de Portugal, pensa-se o centro do mundo e a salvação da pátria.
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domingo, 20 de abril de 2008

MULHER MUCUBAL DO DESERTO DO NAMIBE

Sou angolano e ainda hoje recordo com saudade a terra que me viu nascer, e que viu igualmente nascer a minha mãe e os meus 2 avós maternos.
A saudade é eterna mas a vida continua.
Uma pessoa amiga que acaba de regressar do Sul de Angola - a minha terra (Lubango) - acaba de me enviar estas duas fotografias de uma mulher mucubal que quero partilhar não apenas pela beleza própria das mulheres mucubais mas, principalmente por um pormenor que dificilmente escapará aos mais atentos que lá viveram: o pormenor do relógio no pulso e os chinelos.

4 comentários:

KarlEnri disse...

Francisco! Então gabo os atributos da mulher angolana e apagas-me o comentário? Não percebi! Se não fosse para gabar não escrevia nada; se não fosse para gabar, não terias, decerto, colocado a foto! Repito que é um belo exemplar de Mulher. Parabéns, mais uma vez pelo Blog. Sou o Karlenri e dou uns bitaites em http://telosbemnositio.blogspot.com. Abraço. Karlenri.

Francisco disse...

Karlenri

Nem sempre a forma como se gaba, é a mais correcta e aceitável. As mulheres merecem-me o maior respeito e a mulher angolana não me é diferente. Como angolano tenho uma visão diferente do que são os usos e costumes genuínos das raças e não as encaro da forma como alguns olham para elas (as raças).
O seu comentário anterior foi algo infeliz, na forma e no conteúdo, por isso o eliminei. É uma forma que tenho de ver as coisas, melhor dizendo, de as balizar à medida do respeito que todas as mulheres do mundo merecem.
A nudez nativa da mulher angolana, com a qual me habituei a viver no sul de Angola desde que nasci, além de genuina, é cultural, como tal inocente e descomplexada. É desta forma que ela deve ser vista e qualquer observação para além desta simplicidade, custa-me reconhecer.
Cioso das minhas raízes, resta-me ser igualmente exigente no respeito. Demais? Não sei, mas sou assim.
Resta-me agradecer-lhe as referências que faz ao meu Blog retribuindo-lhe um abraço

Francisco

KarlEnri disse...

Ok Francisco... Percebo a eliminação e, claro está, respeito-a. Nem sequer coloco à discussão as raças: cada qual nasce como é! Ponto final! E, com certeza não quis ofender ninguém. Aliás, na minha meninice lá namorei uma rapariga caboverdiana que ainda me deixa saudades... (e mais não conto!). Abraço Francisco. Ah, já agora um bom 25 de Abril. Karlenri.

sandra cardoso disse...

ola,muito obrigado por falar da mulher mucubal,sou angolana e nasci em moçamedes, actual namibe..tenho 41 anos estou em portugal desde os sete..mas ferve em mim uma grande saudade dessa terra que me viu nascer.gostaria muito de regressar ,talvez um dia consiga..quem sabe talves um dia deixe de sentir este vazio..mas ate la vou vivendo e aprendendo angola com compatriotas saudosistas ..obrigado.e beijinho