sexta-feira, 25 de setembro de 2009
A AGRICULTURA DO PS
DN – 24 de Setembro - CAP acusa Jaime Silva de falsificar cifras de apoio aos agricultores
Jornal de Notícias – 24 de Setembro - Portugal perdeu 71 milhões de euros
SIC – 23 de Setembro - Portugal foi o país da UE que mais fundos perdeu em 2008
Comunicado da CAP – 23 de Setembro - Comissão Europeia e OCDE desmentem Jaime Silva e a propaganda do governo contra os agricultores
Comunicado da CAP – 23 de Setembro - CAP acusa ministro de falsificar quadro de execução de fundos comunitários
Comunicado da CNA – 23 de Setembro - Desperdício de verbas comunitárias é fruto das más políticas agrícolas e financeiras
Agroportal – 23 de Setembro - A Propósito de asfixia democrática … ANEFA afastada do Conselho Florestal Nacional
quinta-feira, 3 de setembro de 2009
«JORNAL NACIONAL DE SEXTA», e MANUELA MOURA GUEDES
Vigília pela Liberdade de Imprensa

Quem puder, participe na Vigília pela Liberdade de Imprensa, amanhã, sexta-feira, 4-9-2009, pelas 20 horas, em frente à TVI, na Rua Mário Castelhano, n.º 40, Queluz de Baixo.
terça-feira, 1 de setembro de 2009
AGORA? AGORA É TARDE !!!
"Acredito que exista crispação" e "um sentimento especial em relação às medidas que o Governo tomou", mas "farei tudo o que puder e o que estiver ao meu alcance para que esse ambiente não subsista".
Sócrates admitiu que a sua personalidade tenha contribuído igualmente para o ambiente de crispação. "Não posso pôr isso de parte, mas não gostaria que isso acontecesse. Estou muito disponível para restaurar uma relação delicada e atenta a todos os problemas dos professores",
Sou professor, felizmente ainda tenho memória e não acredito que os restantes docentes que verdadeiramente estiveram na defesa da escola pública não estejam atentos. Saberão dar a devida resposta a todo este chorrilho de mentiras, hipocrisias e falsidades.
domingo, 5 de julho de 2009
LAMENTÁVEL PAR DE CORNOS
sexta-feira, 3 de abril de 2009
"NUNCA SE DEVE DAR PODER A UM GAJO PORREIRO"
«No início, ninguém dá nada por eles. Mas, pouco a pouco, vão conseguindo afirmar o seu espaço. Não se lhes conhece nada de significativo, mas começa a dizer-se deles que são porreiros. Geralmente estes tipos porreiros interessam-se por assuntos também eles porreiros e que dão notícias porreiras. Note-se que, na política, os tipos porreiros muito frequentemente não têm qualquer opinião sobre as matérias em causa mas porreiramente percebem o que está a dar e por aí vão com vista à consolidação da sua imagem como os mais porreiros entre os porreiros. Ser considerado porreiro é uma espécie de plebiscito de popularidade. Por isso não há coisa mais perigosa que um tipo porreiro com poder. E Portugal tem o azar de ter neste momento como primeiro-ministro um tipo porreiro. Ou seja, alguém que não vê diferença institucional entre si mesmo e o cargo que ocupa.
Alguém que não percebe que a defesa da sua honra não pode ser feita à custa do desprestígio das instituições do Estado e do próprio partido que lidera. O PS é neste momento um partido cujas melhores cabeças tentam explicar ao povo português por palavras politicamente correctas e polidas o que Avelino Ferreira Torres assume com boçalidade: quem não é condenado está inocente e quem acusa conspira. Nesta forma de estar não há diferença entre responsabilidade política e responsabilidade criminal. Logo, se os processos forem arquivados, o assunto é dado por encerrado. Isto é o porreirismo em todo o seu esplendor. Acontece, porém, que o porreirismo de Sócrates, pela natureza do cargo que ocupa, criou um problema moral ao país. Fomos porreiros e fizemos de conta que a sua licenciatura era tipo porreira, exames por fax, notas ao domingo. Enfim tudo "profes" porreiros. A seguir, fomos ainda mais porreiros e rimos por existir gente com tão mau gosto para querer umas casas daquelas como se o que estivesse em causa fosse o padrão dos azulejos e não o funcionamento daquele esquema de licenciamento. E depois fomos porreiríssimos quando pensámos que só um gajo nada porreiro é que estranha as movimentações profissionais de todos aqueles gajos porreiros que trataram do licenciamento do aterro sanitário da Cova da Beira e do Freeport. E como ficámos com cara de genuínos porreiros quando percebemos que o procurador Lopes da Mota representava Portugal no Eurojust, uma agência europeia de cooperação judicial? É preciso um procurador ter uma sorte porreira para acabar em tal instância após ter sido investigado pela PGR por ter fornecido informações a Fátima Felgueiras. Pouco a pouco, o porreirismo tornou-se a nossa ideologia.
Só quem não é porreiro é que não vê que os tempos agora são assim: o primeiro-ministro faz pantomima a vender computadores numa cimeira ibero-americana? Porreiro. Teve graça não teve? Vendeu ou não vendeu? Mais graça do que isso e mais porreiro ainda foi o processo de escolha da empresa que faz o computador Magalhães. É tão porreiro que ninguém o percebeu mas a vantagem do porreirismo é que é um estado de espírito: és cá dos nossos, logo, és porreiro. E foi assim que, de porreirismo em porreirismo, caímos neste atoleiro cheio de gajos porreiros. O primeiro-ministro faz comunicações ao país para dizer que é vítima de uma campanha negra não se percebe se organizada pelo Ministério Público, pela polícia inglesa e pela comunicação social cujos directores e patrões não são porreiros. Os investigadores do ministério público dizem-se pressionados.
O Procurador-geral da República, as procuradoras Cândida Almeida e Maria José Morgado falam com displicência como se só por falta de discernimento alguém pudesse pensar que a investigação não está no melhor dos mundos... Toda esta gente é paga com o nosso dinheiro. Não lhes pedimos que façam muito. Nem sequer lhes pedimos que façam bem. Mas acho que temos o direito de lhes exigir que se portem com o mínimo de dignidade. Um titular de cargos políticos ou públicos pode ter cometido actos menos transparentes. Pode ser incompetente. Pode até ser ignorante e parcial. De tudo isto já tivemos. Aquilo para que não estávamos preparados era para esta espécie de falta de escala. Como se esta gente não conseguisse perceber que o país é muito mais importante que o seu egozinho. Infelizmente para nós, os gajos porreiros nunca despegam.»
Helena Matos, Público, 02/04/09
domingo, 15 de fevereiro de 2009
CAMPANHA NEGRA CONTRA O POVO PORTUGUÊS

Não será isto uma VERDADEIRA CAMPANHA NEGRA contra o Povo Português que paga os seus impostos e vê cada vez mais os abutres da política e deste PS MAMAREM até onde podem porque a eles TUDO é permitido?
RENDIMENTOS DECLARADOS E MOVIMENTADOS PELO CASAL E FAMÍLIA (EUROS)
MESQUITA MACHADO E A MULHER
1993
Rendimento declarado: 42 500 (bruto)
Movimentos bancários: 75 750
1994
Rendimento declarado: 44 000 (bruto)
Movimentos bancários: 73 000
1995
Rendimento declarado: 46 000 (bruto)
Movimentos bancários: 64 500
1996
Rendimento declarado: 50 000 (bruto)
Movimentos bancários: 60 000
CLÁUDIA
Rendimento declarado: 6500 (bruto)
1997
Rendimento declarado: 51 000 (bruto)
PEDRO MACHADO E CLÁUDIA
Rendimento declarado: 58 500
Movimentos bancários: 165 000
1998
Rendimento declarado: 53 500 (bruto)
PEDRO MACHADO E CLÁUDIA
Rendimento declarado: 60 000
Movimentos bancários: 230 000
1999
Rendimento declarado: 40 000 (líquido)
PEDRO MACHADO E CLÁUDIA
Rendimento declarado: 42 500 (líquido)
FRANCISCO
Rendimento declarado: 14 500 (líquido)
Movimentos bancários: 200 000
2000
Rendimento declarado: 46 000 (líquido)
PEDRO MACHADO E CLÁUDIA
Rendimento declarado: 59 000 (líquido)
FRANCISCO
Rendimento declarado: 300 000 (líquido)
Movimentos bancários: 782 500
2001
Rendimento declarado: 53.000 (líquido)
PEDRO MACHADO E CLÁUDIA
Rendimento declarado: 55 409 (líquido)
FRANCISCO
Rendimento declarado: 219 000 (líquido)
ANA CATARINA
Rendimento declarado: 2600 (líquido)
Movimentos bancários: 695 480
2002
Rendimento declarado: 51 400 (líquido)
PEDRO MACHADO E CLÁUDIA
Rendimento declarado: 99 300 (líquido)
FRANCISCO
Rendimento declarado: 262 000 (líquido)
ANA CATARINA
Rendimento declarado: 2600 (líquido)
Movimentos bancários: 603 000
quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009
OLHEM QUEM SE ESTÁ A RIR COM TUDO ISTO.
segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009
UM PAÍS DO FAZ DE CONTA E DA MENTIRA
Façamos de conta que nada aconteceu no Freeport. Que não houve invulgaridades no processo de licenciamento e que despachos ministeriais a três dias do fim de um governo são coisa normal. Que não houve tios e primos a falar para sobrinhas e sobrinhos e a referir montantes de milhões (contos, libras, euros?). Façamos de conta que a Universidade que licenciou José Sócrates não está fechada no meio de um caso de polícia com arguidos e tudo.Façamos de conta que José Sócrates sabe mesmo falar Inglês. Façamos de conta que é de aceitar a tese do professor Freitas do Amaral de que, pelo que sabe, no Freeport está tudo bem e é em termos quid juris irrepreensível. Façamos de conta que aceitamos o mestrado em Gestão com que na mesma entrevista Freitas do Amaral distinguiu o primeiro-ministro e façamos de conta que não é absurdo colocá-lo numa das "melhores posições no Mundo" para enfrentar a crise devido aos prodígios académicos que Freitas do Amaral lhe reconheceu. Façamos de conta que, como o afirma o professor Correia de Campos, tudo isto não passa de uma invenção dos média. Façamos de conta que o "Magalhães" é a sério e que nunca houve alunos/figurantes contratados para encenar acções de propaganda do Governo sobre a educação. Façamos de conta que a OCDE se pronunciou sobre a educação em Portugal considerando-a do melhor que há no Mundo. Façamos de conta que Jorge Coelho nunca disse que "quem se mete com o PS leva". Façamos de conta que Augusto Santos Silva nunca disse que do que gostava mesmo era de "malhar na Direita" (acho que Klaus Barbie disse o mesmo da Esquerda). Façamos de conta que o director do Sol não declarou que teve pressões e ameaças de represálias económicas se publicasse reportagens sobre o Freeport. Façamos de conta que o ministro da Presidência Pedro Silva Pereira não me telefonou a tentar saber por "onde é que eu ia começar" a entrevista que lhe fiz sobre o Freeport e não me voltou a telefonar pouco antes da entrevista a dizer que queria ser tratado por ministro e sem confianças de natureza pessoal. Façamos de conta que Edmundo Pedro não está preocupado com a "falta de liberdade". E Manuel Alegre também. Façamos de conta que não é infinitamente ridículo e perverso comparar o Caso Freeport ao Caso Dreyfus. Façamos de conta que não aconteceu nada com o professor Charrua e que não houve indagações da Polícia antes de manifestações legais de professores. Façamos de conta que é normal a sequência de entrevistas do Ministério Público e são normais e de boa prática democrática as declarações do procurador-geral da República. Façamos de conta que não há SIS. Façamos de conta que o presidente da República não chamou o PGR sobre o Freeport e quando disse que isto era assunto de Estado não queria dizer nada disso. Façamos de conta que esta democracia está a funcionar e votemos. Votemos, já que temos a valsa começada, e o nada há-de acabar-se como todas as coisas. Votemos Chaves, Mugabe, Castro, Eduardo dos Santos, Kabila ou o que quer que seja. Votemos por unanimidade porque de facto não interessa. A continuar assim, é só a fazer de conta que votamos.
domingo, 8 de fevereiro de 2009
FRASE DO DIA
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" FELIZ FOI ALI BABÁ,
E SÓ CONHECEU 40 LADRÕES !!!..."
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domingo, 1 de fevereiro de 2009
ELES SABEM TUDO MAS ... NÃO SABEM NADA

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009
OS ABONOS DOS DEPUTADOS ... DUPLICAM VENCIMENTOS
Em Portugal, os deputados ganham 3708 euros de salário-base, o que corresponde a 50% do vencimento do presidente da República. Os subsídios de férias e de Natal são pagos em Junho e em Novembro e têm direito a10% do salário para despesas de representação. Como também lhes são pagos abonos de transporte entre a residência e São Bento uma vez por semana, e por cada deslocação semanal ao círculo de eleição, um deputado do Porto, por exemplo, pode receber mais dois mil euros, além do ordenado.
Sócrates recebe pensão vitalícia
Quem tem e vai ter a subvenção
Salário cresceu 77 euros num ano.
Presidir à AR dá direito a casa
Dez têm carro com motorista
Benesses para a Mesa da AR
Abono superior ao salário mínimo
Uso gratuito de correio, telefone e electricidade.
Ajudas de custo para os de fora
Pára-quedistas ficam a ganhar.
Viagens pagas todas as semanas
Viver na capital também dá abono.
Ir às ilhas com bilhetes pagos
Deslocações em trabalho à parte
Almoço a menos de cinco euros
Imunidade face à lei da Justiça
Justificações para substituição.
Suspensão pode ir até dez meses
Pedida à Comissão de Ética, deve ser inferior a 50 dias por sessão legislativa e a dez meses por legislatura. Um autarca a tempo inteiro ou a meio tempo só pode suspender o mandato por menos de 180 dias.
DA SENILIDADE DE ALMEIDA SANTOS AOS COITADINHOS DOS DEPUTADOS
«Não se paga aos deputados o suficiente para que sejam todos apenas profissionais. Quanto às justificações para as faltas, é verdade que a sexta-feira é, em si própria uma justificação, porque é véspera de fim-de-semana. Eu compreendo isso. Talvez esteja errado que as votações sejam à sexta-feira. Não julguemos também que ser deputado é uma escravatura, porque não é, nem pode ser. É preciso é arranjar horas para a votação que não sejam as horas em que normalmente seja mais difícil e mais penoso estar na Assembleia da República».

Para qualquer trabalhador, a sexta-feira é, em si própria uma justificação para faltar ao trabalho, aliás, acho que tal justificação está mesmo contemplada no novo código de trabalho. Ser deputado não pode ser uma escravatura - escravatura é para os trabalhadores a recibos verdes, para os trabalhadores que acumulam horas em cima de horas sem a devida compensação, para os trabalhadores com horários tão flexíveis que não os conseguem conciliar com a vida familiar. É,portanto, penoso estar na Assembleia da República à 6ªF...pois o Sr. Dr. Almeida Santos não se apercebe o penoso que é para o vulgar cidadão ouvir frases tão deslocadas da realidade que são até ofensivas para quem, de facto, trabalha.
segunda-feira, 19 de janeiro de 2009
JOSÉ SÓCRATES - MOÇÃO PARA GOVERNAR O QUE ELE DESGOVERNOU E NUNCA SOUBE FAZER MELHOR
É verdadeiramente arrepiante como este indivíduo tem o descaramento e a lata em alimentar demagogia e tretas quando, já todos sabem que, TUDO o que possa vir dele é uma PURA E GRANDE MENTIRA.
Como é possível ouvir Sócrates dizer que vai ajudar a classe média que se encontra perfeitamente estrangulada com impostos quando é ele próprio o grande e único responsável pelo agravamento desses impostos. Mas alguém vai acreditar nestas promessas e principalmente no alijar de responsabilidades? Só um parvo e mesmo assim tenho sérias dúvidas. Será que ele pensa nas PROMESSAS que fez e NUNCA cumpriu , APENAS E SÓ para poder ganhar as eleições? Acha que nos esquecemos?
Mas já agora, gostaria de lhe deixar um pequeno conselho: antes de entrar por aquilo que lhe deixa os olhos a brilhar - o casamento dos homossexuais - que aproveite e vá tirar uma licenciatura "à séria", das verdadeiras, daquelas que se tiram durante a semana de trabalho e não enquanto os portugueses estão na missa. sexta-feira, 16 de janeiro de 2009
AS GRANDES VERDADES SÃO INTEMPORAIS ...
quinta-feira, 8 de janeiro de 2009
TANTA FANTOCHADA DE A a z
segunda-feira, 29 de dezembro de 2008
PARA QUE A PLEBE SAIBA ...
... que estamos entregues aos bichos, ao nojo a que chegou este país.
- Fernando Nogueira:
Antes -Ministro da Presidência, Justiça e Defesa Agora - Presidente do BCP Angola- José de
- Oliveira e Costa:
Antes -Secretário de Estado dos Assuntos Fiscais. Agora -Presidente do Banco Português de Negócios (BPN)
- Rui Machete:
Antes - Ministro dos Assuntos Sociais. Agora - Presidente do Conselho Superior do BPN; Presidente do Conselho Executivo da FLAD
-Armando Vara:
Antes - Ministro adjunto do Primeiro Ministro. Agora - Vice-Presidente do BCP. Este também é dos que se "licenciaram" à última hora na Universidade Independente.
- Paulo Teixeira Pinto:
Antes - Secretário de Estado da Presidência do Conselho de Ministros Agora - Presidente do BCP (Ex. - Depois de 3 anos de 'trabalho', Saiu com 10 milhões de indemnização !!! e mais 35.000€ x 15 meses por ano até morrer...)
- António Vitorino:
Antes -Ministro da Presidência e da Defesa Agora -Vice-Presidente da PT Internacional; Presidente da Assembleia Geral do Santander Totta - (e ainda umas 'patacas' como comentador RTP)
- Celeste Cardona:
Antes - Ministra da JustiçaAgora - Vogal do CA da CGD
- José Silveira Godinho:
Antes - Secretário de Estado das Finanças Agora - Administrador do BES
- João de Deus Pinheiro:
Antes - Ministro da Educação e Negócios Estrangeiros Agora - Vogal do CA do Banco Privado Português.
- Elias da Costa:
Antes - Secretário de Estado da Construção e Habitação - Agora - Vogal do CA do BES
- Ferreira do Amaral:
Antes - Ministro das Obras Públicas (que entregou todas as pontes a jusante de Vila Franca de Xira à Lusoponte) Agora - Presidente da Lusoponte, com quem se tem de renegociar o contrato.etc etc etc...
O que é isto ? Cunha ? Gamanço ?
Não, não é a América Latina, nem Angola. É Portugal no seu esplendor ....e depois até querem que se declarem as prendas de casamento e o seu valor .
E quem são os TOTÓS, quem são ??????????
Já é tempo de parar!
terça-feira, 2 de dezembro de 2008
PROFESSOR DO ANO
Professor do ano
- professor do ano foi aquele que, com depressão profunda, persistiu em ensinar o melhor que sabia e conseguia os seus 80 alunos.
- professor do ano foi aquela que tinha cancro e deu as suas aulas até morrer.
- professor do ano foi aquela que leccionou a 200 km de casa e só viu os filhos e o marido de 15 em 15 dias.
- professor do ano foi aquela que abandonou o marido e foi com a menina de 3 anos para um quarto alugado. como tinha aulas à noite, a menina esperava dormindo nos sofás da sala dos professores.
- professor do ano foi aquele que comprou o material do seu bolso porque as crianças não podiam e a escola não dava.
- professor do ano foi aquele que, em cima de todo o seu trabalho,preparou acções de formação e se expôs partilhando o seu saber e os seus materiais.
- professor do ano foi aquela que teve 5 turmas e 3 níveis diferentes.
- professor do ano foi aquele que pagou para trabalhar só para que lhe contassem mais uns dias de serviço.
- professor do ano foi aquele que fez mestrado suportando todos oscustos e sacrificando todos os fins-de-semana com a família.
- professor do ano foi aquele que foi agredido e voltou no dia seguintecom a mesma esperança.
- professor do ano foi aquele que sacrificou os intervalos e as horas de refeição para tirar mais umas dúvidas.
- professor do ano foi aquele que organizou uma visita de estudo mesmo sabendo que jorge pedreira considerava que ele estava a faltar.
- professor do ano foi aquele que encontrou forças para motivar osalunos depois de ser insultado e indignamente tratado pelos seussuperiores do ME.
professor do ano foi aquela que se manifestou ao sábado sacrificando um direito para preservar os seus alunos.
- professor do ano foi aquele presidente de executivo que viveu o anoentre o dever absurdo, a pressão e a escola a que quer bem, os colegas que estima.
- professores do ano, todo o ano, fomos todos nós, professores, que o continuamos a ser mesmo após uma divisão absurda. professor do ano... tanto professor do ano em cada escola, tantomilagre em cada aluno.
Somos mais que professores do ano. Somos professores sempre!
segunda-feira, 1 de dezembro de 2008
ELEIÇÕES EM 2009 - VOTAR EM SÓCRATES?
O tipo ficou impressionado, e resolveu testar o robô.
O sujeito ficou abismado.
segunda-feira, 24 de novembro de 2008
O DESCALABRO E A VERGONHA NO ENSINO EM PORTUGAL JÁ É NOTÍCIA EM FRANÇA - CORRE O MUNDO !!
LUTTES AU PORTUGAL
Au Portugal, ces trois dernières années, le gouvernement Sócrates (PS), et la ministre de l'éducation, Maria de Lurdes Rodrigues, ont lancé plusieurs offensives contre l'école publique.
Les réformes ont provoqué une dégradation sans précédent de l'enseignement, et créé un profond mal-être chez les professeurs . Le 8 mars 2008, 100 000 enseignants (un sur trois) vêtus de noir en signe de deuil ont défilé dans les rues de Lisbonne. Ce fut le plus grand mouvement de protestation des enseignants qui ait jamais eu lieu au Portugal.
Cette manifestation a été le point culminant de semaines de lutte et de contestation nées au sein même des écoles contre les nouvelles modalités d'évaluation des enseignants, unanimement rejetées à cause de leur contenu irrationel et de leurs objectifs purement économiques.
Ces modalités d'évaluation découlent du Statut de Carrière des enseignants, que le gouvernement a imposé contre la volonté des professeurs et qui a donné lieu a une énorme contestation.
Les centaines de rassemblements, manifestations, et "vigílias" qui ont précédé la mega-manifestation furent très souvent conduites par des groupes de professeurs qui s'étaient organisés à l'intérieur des établissements. Beaucoup de rendez-vous ont circulé anonymement par sms ou par internet. Ces mouvements de contestation de la base, nés en dehors des structures syndicales enseignantes, ont mis la pression sur les syndicats de professeurs.
Ce mécontentement est la réponse naturelle à des années de réformes économiques qui ont gravement mis en cause la qualité du travail enseignant, et qui ont contribué à la dégradation de l'école publique au Portugal. Ces réformes ont mené à la fermeture de nombreuses écoles, ont modifié la nature des programmes et ont réduit la participation des enseignants aux instances dirigeantes des établissements.
L'enseignement spécialisé et l'enseignement artistique ont également subi de graves attaques, qui ont sérieusement mis à mal les principes de l'école pour tous ("inclusive"). Le plan qui est en marche vise au désengagement progressif de l'État du secteur éducatif pour le transférer aux municipalités et ouvrir ainsi la porte à une future privatisation de l'enseignement.
Au Portugal le réseau public d'enseignement aurait perdu entre 16 et 23 000 enseignants ces trois dernières années.(2)
Le Plan de fermetures d'écoles mis en place dès l'entrée en fonctions du gouvernement Sócrates prévoyait de fermer environ 4000 écoles primaires jusqu'au terme de la législature en 2009 (3). Rien qu'au début de l'année scolaire 2006/2007, 1500 écoles ont été fermées, la fermeture de 900 écoles supplémentaires étant prévue pour l'année suivante. Ces fermetures touchent surtout les zones de l'intérieur nord et du centre du Portugal, déjà largement désertifiées et elles vont naturellement accentuer cette tendance.
L'enseignement spécialisé (pour handicapés) est un autre secteur qui a subi des assauts qui ont mis en danger les principes de l'école « inclusive ». La disparition des Équipes de l'Éducation Spécialisée et de leurs coordinations régionales a laissé les enseignants du secteur solés dans les écoles. Le gouvernement a imposé un plan de restructuration qui prévoit uniquement un soutien aux handicapés (déficients), laissant de côté des milliers d'élèves dyslexiques, hyperactifs et ayant des problèmes de comportement et d'apprentissage.
Ceux-ci courent le risque de se perdre et d'être envoyés dans les "circuits alternatifs" perdant ainsi toute possibilité de progresser a l'intérieur du système éducatif.(5)(6)
L'enseignement artistique, qui était déjà le parent pauvre, n'a pas non plus été épargné par les réformes. À l'école primaire, il a même été retiré du programme obligatoire tout comme l'éducation physique.
Le système éducatif Portugais se trouve donc dans une situation réellement préoccupante.
sexta-feira, 21 de novembro de 2008
A GRANDE EVASÃO

'Quem pode, foge. Muitos sujeitam-se a perder 40% do vencimento. Fogem para a liberdade. Deixam para trás a loucura e o inferno em que se transformaram as escolas. Em algumas escolas, os conselhos executivos ficaram reduzidos a uma pessoa. Há escolas em que se reformaram antecipadamente o PCE e o vice-presidente. Outras em que já não há docentes para leccionar nos CEFs. Nos grupos de recrutamento de Educação Tecnológica, a debandada tem sido geral, havendo já enormes dificuldades em conseguir substitutos nas cíclicas. O mesmo acontece com o grupo de recrutamento de Contabilidade e Economia.
Há centenas de professores de Contabilidade e de Economia que optaram por reformas antecipadas, com penalizações de 40% porque preferem ir trabalhar como profissionais liberais ou em empresas de consultadoria. Só não sai quem não pode. Ou porque não consegue suportar os cortes no vencimento ou porque não tem a idade mínima exigida. Conheço pessoalmente dois professores do ensino secundário, com doutoramento, que optaram pela reforma antecipada com penalizações de 30% e 35%. Um deles, com 53 anos de idade e 33 anos de serviço, no 10º escalão, saiu com uma reforma de 1500 euros. O outro, com 58 anos de idade e 35 anos de serviço saiu com 1900 euros.
E por que razão saíram?
Não aguentam mais a humilhação de serem avaliados por colegas mais novos e com menos habilitações académicas. Não aguentam a quantidade de papelada, reuniões e burocracia. Não conseguem dispor de tempo para ensinar. Fogem porque não aceitam o novo paradigma de escola e professor e não aceitam ser prestadores de cuidados sociais e funcionários administrativos.'
Se não ficasse na história da educação em Portugal como autora do lamentável 'pastiche' de Woody Allen 'Para acabar de vez com o ensino', a actual ministra teria lugar garantido aí e no Guinness por ter causado a maior debandada de que há memória de professores das escolas portuguesas.
Centenas de professores estão a pedir todos os meses a passagem à reforma, mesmo com enormes penalizações salariais, e esse número tem vindo a mais que duplicar de ano para ano.Os professores falam de 'desmotivação', de 'frustração', de 'saturação', de 'desconsideração cada vez maior relativamente à profissão', de 'se sentirem a mais' em escolas de cujo léxico desapareceram, como do próprio Estatuto da Carreira Docente, palavras como ensinar e aprender. Algo, convenhamos, um pouco diferente da 'escola de sucesso', do 'passa agora de ano e paga depois', dos milagres estatísticos e dos passarinhos a chilrear sobre que discorrem a ministra e os secretários de Estado sr. Feliz e sr. Contente.
Que futuro é possível esperar de uma escola (e de um país) onde os professores se sentem a mais?'
Manuel António Pina






