Sou angolano e ainda hoje recordo com saudade a terra que me viu nascer, e que viu igualmente nascer a minha mãe e os meus 2 avós maternos.
A saudade é eterna mas a vida continua.
Uma pessoa amiga que acaba de regressar do Sul de Angola - a minha terra (Lubango) - acaba de me enviar estas duas fotografias de uma mulher mucubal que quero partilhar não apenas pela beleza própria das mulheres mucubais mas, principalmente por um pormenor que dificilmente escapará aos mais atentos que lá viveram: o pormenor do relógio no pulso e os chinelos.







































