Rua Castilho, Edifício Castil, nº 39-10ºB
1250-068 LISBOA
Receberam sim, por correio, com a devida brevidade, apenas um plano de pagamentos de 48 mensalidades enviado pela CrediBom
Informaram-nos que estavam ligados à Novo Mundo, e que, por via disso, conseguiam preços muito mais acessíveis que com qualquer outro clube ou agência de viagens. Acontece que, depois de chegarem do Brasil, verificaram que a Novo Mundo já não existe há 2 (dois) anos. Ficaram imediatamente ALERTA e desconfiados porque entenderam essa informação como de má fé.
Acontece que já quando souberam dessa deslocação ao Brasil, lhes tinha sido feita a oferta de um hotel, em transito, em Lisboa. Ficava-lhes bem!
Estranharam desde logo, mas já estavam quase de partida para o Brasil. Foi logo um mau começo e uma péssima imagem.
Verificaram ainda que o contrato refere que, “só estão reunidas condições de utilização plena do cartão NextTravel aquando do pagamento de 35% do valor total do contrato” situação essa, que não só lhes foi omitida como ainda lhes foi referido que poderiam desde logo usufruir de todas as vantagens como associados no dia imediato.
Foi-lhes também dito que teriam 30 (trinta) dias para resolver o contrato no caso de repensarem melhor e o pretenderem anular e, por isso, a deslocação ao Brasil foi feita, ainda assim, com alguma despreocupação. Acontece que acabados de chegar, verificaram após algumas chamadas telefónicas para o escritório da NextTravel, e na sequência das outras constatações já referidas que, em letras minúsculas apenas perceptíveis com a ajuda de uma lupa, o que está lá escrito, no final do verso do contrato de cor amarela e com letra cinzenta, assinado numa sala de pouca luz e na sequência de várias assinaturas seguidas, são 14 (catorze) dias.
Ora, ultrapassados os 14 dias em que os privaram da documentação prometida na altura, como por exemplo, catálogos, preçários, protocolos e outros que lhes possibilitaria poderem estudar e reflectir melhor sobre a aceitação/resolução do contrato, com este atraso claro e ainda não esclarecido, que em nada correspondem aos 30 dias que foram de facto a referência transmitida, fizeram com que fosse impossível esses meus familiares terem uma ideia clara e uma reflexão possível, apenas com o intuito claro de deixar passar o tempo e assim não ser possível resolver o tal contrato cujas indicações dadas não correspondiam em grande parte e no essencial ao que estava escrito em letra minúscula no verso do contrato.
É GRAVE esta falta de verdade. MUITO GRAVE mesmo. E revolta muito mais a forma ardilosa como a empresa procurou OBRIGAR ao cumprimento de um contrato sem terem a possibilidade que a lei confere de, com lisura, seriedade e serenidade o resolverem se nessa reflexão chegassem a essa conclusão.





















