Com este Luis Filipe Vieria - o homem que telefonou a Valentim Loureiro e Pinto de Sousa para pedir os árbitros Paulo Paraty ou o João Ferreira para a Taça de Portugal - já vão 7 (sete) treinadores. Quem será o próximo a enterrar?
Ao sabor da imaginação e do momento
Com este Luis Filipe Vieria - o homem que telefonou a Valentim Loureiro e Pinto de Sousa para pedir os árbitros Paulo Paraty ou o João Ferreira para a Taça de Portugal - já vão 7 (sete) treinadores.
Na verdade trata-se de uma casa senhorial no coração de Lisboa. São cinco assoalhadas dum 3º andar no edifício Heron Castilho. Tem 150 metros quadrados, avaliados em 800.000 euros, que custaram em Fevereiro de1996, 240.000 euros.Holligan deve ser a prima dele e travestido deve andar ele próprio. Só assim poderemos pensar estar perante uma verdadeira BESTA-QUADRADA, um IMBECIL e um PALHAÇO, que não sabe o que diz nem diz o que sabe e se põe a disparar de forma gratuita contra os professores.

Não poderia ser melhor o par !!!!!!!
No primeiro dia de Março, a ministra mais contestada do Governo, Maria de Lurdes Rodrigues, foi a Gondomar falar sobre educação (!?).
Para comentar as manifestações de milhares de professores na rua esteve indisponível. Mas para receber uma oferta das mãos do presidente da câmara, trocar dois beijinhos com Valentim Loureiro e sorrir a uma graçola do major sobre o «apito dourado» foi toda sorrisinhos.
Claro que a situação da educação em Portugal é séria, enquanto este episódio não passa de uma anedota. Mas fica mal a um membro do Governo expor-se a este tipo de situações. Mas esta ministra não se importa do ridículo e da colagem. Soube-lhe bem e sentiu-se bem ao lado do major, um dos símbolos do processo corrupto do Apito Dourado. E até gostou de receber a caravela de prenda. Não levou peças em ouro ... levou a caravela! Bonito!!
Na prática, o presidente da câmara, que também é um dos principais arguidos num caso de corrupção desportiva, aproveitou a presença da ministra para tentar, mais uma vez, esvaziar o julgamento do «apito dourado».
E Maria de Lurdes Rodrigues sorriu.
E já agora, fiquemos a saber porque razão na mesma mesa, a aplaudir a Ministra e a espumar ódio aos professores, estava lá um emplastre que faz gala em aparecer sempre ao beija-mão da ministra. Sabem PORQUÊ?
Sem palavras!
Para que conste e porque muita gente não sabe, a CONFAP recebeu do Gabinete da Ministra da Educação duas tranches de 38.717,50 euros cada uma, no segundo semestre de 2006, conforme publicação no Diário da República N. 109 de 6/6/2007 (pág. 15720).
Recebeu ainda mais 39.298,25 euros no primeiro semestre de 2007, conforme publicação no DR N. 201, de 18/10/2007 (Pág. 30115). Trata-se de uma organização que recebe verbas directamente do Gabinete da Ministra.
... dá para perceber muita coisa, não dá? Muito histerismo hipócrita ... Pudera !!!!
http://educar.files.wordpress.com/2008/01/ps.jpg
Esta notícia foi publicada no Público, mas, por alguma razão, passou praticamente despercebida, ...
Não é verdade que durante 30 anos não tenha havido avaliação de desempenho dos professores, como não se cansa de repetir, ou que os professores não queiram ser avaliados, como insinua. A questão reside na substituição de um modelo de avaliação ineficiente, o que existia, por outro, escabroso, o que propõe, que, se se consumar, trará mais caos ao caótico sistema de ensino. Nenhuma organização séria, seja pública ou privada, propõe mudar seja o que for, neste quadro, sem permitir (e mais que isso, fomentar e promover) o envolvimento dos visados na construção do processo. (...) Por isso, fiquei muito surpreendida quando, esta manhã, acordei com uma vontade intensa de procurar o endereço do meu blog ( até me esqueço dele!) e desabafar.
"Os alunos do 2º ciclo do ensino básico passam actualmente 39 horas por semana na escola.
A dona Lurdes e o senhor Albino acham pouco. E vai daí, juntam esforços e o sonho concretiza-se: os alunos vão estar, brevemente, enfiados na escola durante 55 horas semanais, ou seja, mais 16 horas do que actualmente.
O plano é assim: depois das 17 horas, as escolas do 2º ciclo passam a oferecer mais duas horas de Actividades de Enriquecimento Curricular, onde a Ministra vai enfiar a martelo a área de projecto, a formação cívica e o estudo acompanhado.
Para o senhor Albino, esta é uma boa medida. Assim, os pais podem trabalhar descansados, ir ao cinema, namorar e enfiar-se nos centros comerciais, enquanto os filhos ficam enclausurados entre quatro paredes, desafiando a paciência e a autoridade dos professores.
Ninguém contesta um modelo de sociedade e de economia que impede os pais de estar com os filhos antes das 20 horas.
A anomia e a anestesia deste Povo são tão grandes que poucos contestam uma sociedade que obriga as crianças a estarem 11 horas por dia na escola!Estou em crer que se quer fazer com as crianças aquilo que a economia já fez com muitos dos pais delas: embrutecê-las!
É provável que a Ministra ainda tenha tempo para anunciar a suprema das medidas, a mãe de todas as reformas da Educação: as escolas públicas irão passar a funcionar em regime de internato, oferecendo uma verdadeira "escola a tempo inteiro": 24 horas por dia de actividades lectivas, de enriquecimento curricular e de repouso.O senhor Albino ficará feliz e o Povo rejubilará. Os pais vão finalmente ver-se livres dos filhos: para sempre!
E os professores verão aprovado um novo e derradeiro estatuto: o estatuto de empregados domésticos dos pais!"

Torna-se agora cada vez mais evidente que os professores deste país foram as cobaias de um ataque aos direitos laborais, segundo uma receita de efeitos garantidos: uma campanha inicial de difamação orquestrada com a cumplicidade de uma comunicação social subserviente, que visou justificar, no plano retórico e propagandístico, a redução sistemática de direitos no plano jurídico. Hoje é também óbvio que este programa teve como objectivo essencial a quebra do estatuto salarial dos professores, que passaram a trabalhar mais pelo mesmo dinheiro, que viram a progressão na carreira arbitrariamente interrompida, e que foram, desse modo, uma das principais fontes drenadas pelo governo para satisfazer a sua obsessão de combate ao défice.
Hostilizados por uma opinião pública intoxicada e impreparada para reconhecer aos docentes a relevância da sua profissão, desprovidos dos meios legais e materiais que lhes permitiriam dignificar o seu trabalho, é com fatalismo, entremeado por uma revolta surda, que os professores deste país encaram hoje o futuro mais próximo. Muitos consideram o Estatuto da Carreira Docente como um facto consumado, procurando adaptar-se-lhe o melhor possível. No entanto, as piores consequências desse Estatuto só agora começarão a revelar-se, e há sinais de que a ofensiva do governo contra os professores e contra a escola pública não chegou ainda ao fim:
Este ano vai ter início o processo de avaliação do desempenho, pautado pela burocratização extrema, por critérios arbitrários e insuficientemente justificados que poderão abrir a porta para acentuar o clima de divisão e a quebra de solidariedade entre os professores, para «ajustes de contas» adiados, para a perseguição aos profissionais que se desviem da ideologia pedagógica dominante, para a subordinação dos resultados dos alunos à demagogia ministerial do sucesso escolar compulsivo.
O governo prepara-se para aprovar, sem discussão pública que mereça esse nome, um novo modelo de gestão escolar que se traduz pela redução ainda maior da democracia nos estabelecimentos de ensino, já antecipada ao nível do Estatuto da Carreira Docente, pela diminuição drástica da influência dos professores, atirados para uma posição subalterna nos órgãos directivos, pela sua subordinação a instâncias externas, muitas vezes movidas por interesses opostos ao rigor e à exigência do processo educativo.




Ambos têm uma formação académica de alto gabarito, licenciados na Universidade Independente. E se Sócrates (socialista?) teve o brio de ver asua licenciatura passada a um DOMINGO, Armando Vara (socialista?) teve a sua licenciatura passada três dias antes de entrar como administrador da CaixaGeral de Depósitos. Agora está de volta ao sucesso. E aí está outra vez o transmontano a subir acorda a pulso socialista (?). Como tem saber e talento para tanta subida nãose sabe, mas que Armando Vara (socialista?) salta bem na dita que ninguém duvide.
Recordo este extracto de uma notícia do jornal Público, ainda deste ano: Ex-professor de Sócrates (socialista?) envolvido no projecto Morais, GEPI e construtora da Covilhã fizeram moradia de Armando Vara(socialista?) 20.04.2007 - 09h03 José António Cerejo , jornal PÚBLICO.
Armando Vara (socialista?), quando era secretário de Estado adjunto do ministro da Administração Interna, recorreu ao director-geral do GEPI (Gabinete de Estudos e Planeamento de Instalações do MAI ) e a engenheiros que dele dependiam para projectar a moradia que construiu perto deMontemor-o-Novo.
