BEM-VINDOS A ESTE ESPAÇO

Bem-Vindos a este espaço onde a temática é variada, onde a imaginação borbulha entre o escárnio e mal dizer e o politicamente correcto. Uma verdadeira sopa de letras de A a Z num país sem futuro, pobre, paupérrimo, ... de ideias, de políticas, de educação, valores e de princípios. Um país cada vez mais adiado, um país "socretino" que tem o seu centro geodésico no ministério da educação, no cimo do qual, temos um marco trignométrico que confundindo as coordenadas geodésicas de Portugal, pensa-se o centro do mundo e a salvação da pátria.
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sexta-feira, 8 de junho de 2007

REPÚDIO E INDIGNAÇÃO E, A FALTA DE RESPEITO PELOS PROFESSORES


Desculpem os Srs. responsáveis pela informação em Portugal, mas estou absolutamente incomodada ao dar conta da passividade e ignorância, da surdez e cegueira dos mass media face a certos acontecimentos que se sucedem por este Portugal fora…
Já vi noticiários a abrirem com as «famosas façanhas» de indivíduos que estão em quintas das celebridades (?)… no “big brother” e outras anormalidades que vão acontecendo neste mundo, cada vez mais miserável, mais pobre em ideias, em sentimentos e em valores… Porém, a morte de uma Professora, vítima de leucemia, obrigada a trabalhar até à morte, porque acharam, certos Senhores, a bem do cumprimento de certas políticas sociais justíssimas, que essa professora não só se encontrava capaz de trabalhar, como AINDA, não reunia os requisitos para a reforma – apesar dos seus 63 anos, apesar dos 30 anos de serviço e apesar da leucemia que a consumia - não faz notícia.
É impressionante como é que não há uma única notícia QUE SE VEJA e que produza eco nas consciências das pessoas. A que preço querem o avanço de um país??? E que avanço se pretende??? Económico??? Só pode ser meramente económico porque, de facto, basta sair à rua para nos confrontarmos com a desumanização crescente… E o mais grave é a desumanização das políticas governativas que vão grassando neste país.
No campo da educação, o exemplo é flagrante, gritante.
Numa área tão crucial como esta, em que mais do que conhecimentos se transmitem valores e princípios, em que se pretende educar para a cidadania e, onde, nas mais diversas circunstâncias se apregoam os valores humanos, os Direitos do Homem, em que se fazem actividades cujo objectivo é alertar as mentes dos nossos jovens para o respeito efectivo da vida humana, eis-nos, no entanto, num país terceiro mundista que, atrelados à Europa nada mais sabe fazer do que copiar modelos de um modo acrítico, de um modo irreflectido, sem uma avaliação da realidade Portuguesa…. POR FAVOR, Srs Governantes, por FAVOR Sra Ministra da Educação….ABRAM OS OLHOS E VEJAM; ouçam quem sente, quem sabe, quem vive as realidades que os senhores só conhecem teoricamente, sentados confortavelmente nos seus gabinetes, surdos e cegos por motivos escusos.
Ninguém com bom senso, com conhecimento de causa pode ver boas intenções em certas medidas que estão a ser tomadas; ninguém, cuja cor política seja ou não rosa, com uma consciência moral bem formada é capaz de não ficar indignado com tanta ignorância, crueldade e falta de justeza. Subtilmente, violam-se direitos fundamentais; com subtileza, se fez querer que a classe docente é uma classe rasca; com subtileza, desprezou-se o trabalho nobre de um professor…. Sim, NOBRE! Somos professores, somos pais, somos educadores, somos animadores sociais, somos psicólogos, somos amigos….
Basta de tanto cinismo; basta de tanta prepotência; basta de tanta surdez mal intencionada…. EU QUERO SER OUVIDA… Os professores, como qualquer outra classe, merecem respeito. De facto, e mais do que nunca, ser professor é assumir uma vocação.
Termino, imaginando o que, ao lerem este artigo, estarão a pensar e a dizer todos aqueles que vêem os professores como uma classe cheia de «benesses», como uma classe de «calões», que nada fazem…A esses respondo com três afirmações/apelo: 1º O Todo nem sempre é igual às suas partes (conseguiram perceber??); 2º Se duvidam, porque não experimentam?; 3º Quem sabe o que sabe, deve-o aos seus mestres!
Eu sou professora, não por obrigação, mas por vocação.
Por amor à profissão e aos meus alunos já abdiquei de muita coisa.
Por ela, já estive dois anos consecutivos a 530 km da minha família, da minha filha com dois anos de idade; por ela, encontro-me ainda, a 116 km da minha origem; por ela, raros são os fim-de-semana gozados.
Por isso, haja respeito!!!
Carla Luísa Gouveia
(Professora de Filosofia)

quinta-feira, 7 de junho de 2007

OS TRÊS MALANDROS - O ÚNICO SOSSEGADO E COM JUÍZO, ERA EU!

Conhecemo-nos em Luanda enquanto estudantes e neste fim de semana, encontrámo-nos num almoço de aniversário organizado pelo Pedro Freitas e, matámos saudades. Aqui estão os malandros que vaguearam por Luanda em vez de estudarem - o Soba, sentado, a olhar de lado, o Trindade que apanhado pela "pelingrafia" apenas lhe restava sorrir, e o Mota, a fazer de conta que não é nada com ele. O único que, de facto, parece que tinha juízo, era EU.
O Soba, desculpem, o Eduardo Costa Marques, enganava toda a gente. Tanto andava, tanto andava, que sempre conseguia o que queria. Ainda hoje não percebo como foi possível ter tido tantas namoradas. E não há problema dizer isso aqui porque a Maria, sua esposa, sabe muito bem do que a casa, ... gastou.
De tal forma enganava, no seu modo mais "soft" já muito batido e treinado, que quando chegou a Portugal, tornou-se político.
Só podia mesmo.
Por alguma coisa sempre foi o SOBA e, por mais voltas que a terra dê, sempre será ... SOBA.
O Eduardo Trindade, era o mais velho, chicoronho como eu, menos dado aos "malabarismos" do nosso Soba. Com ele partilhei um acidente quando nos deslocámos num fim de semana de Luanda para Sá da Bandeira (mais de 2.000km) para ... namorar.
"Gandas" Malucos!
Tanta pontaria fez que enfiou o Autobianchi debaixo de uma camioneta que estava parada na estrada. No resto da viagem, apanhei o maior frio da minha vida. Ah ... ninguém se magoou!
O Francisco Manuel dos Anjos Mota, era um rapaz especial. Ainda hoje é. Comprou um Austim 1300 em segunda mão, mas era sempre muito complicado andar com ele no carro. Nem respirar podíamos para não embaciarmos os vidros. Para fecharmos a porta tinhamos de a bater com conta-peso-e-medida. Nem mais, nem menos, era aquela "dose". Para entrarmos no carro, tínhamos de bater com os sapatos um no outro fora do carro para não levar areias ou coisa que o valha, lá para dentro. E quando as coisas não eram exactamente como ele queria, tinhamos de o ouvir "rezar baixinho" a noite toda.
Cada dia que ele parava à hora combinada para irmos passear, havia sempre uma norma nova a cumprir no carro. E para azar dele, era o único benfiquista, coitado.
Falta-me ainda uma companhia que não está aqui na fotografia, faltou ao encontro - o Francisco Lourenço Martins Teófilo que dividia o apartamento comigo, próximo do Kinaxixe. O Homem dos sete ofícios. Não perdeu essa mania ainda hoje e, tanto é possível vê-lo numa orquestra de música, como num trabalho de topografia. É um professor reformado mas continua nas suas 7 quintas: fala com TODOS, fala de TUDO e ... conhece TODA A GENTE. Quando pede alguma explicação a alguém, quem estiver ao longe, até parece que é ele quem está a explicar. Utiliza melhor as mãos e os braços para falar que o Pinto da Costa o telemóvel para comunicar com árbitros.
Uma vez caiu de um hangar de aviões da Força Aérea com mais de 8 metros de altura. Partiu-se todo. Quando numa bela tarde cheguei a casa, encontrei-o cheio de febre a delirar. Mas, está vivo!
Sobro EU, obviamente.
Bom rapaz, atinado, controlava os excessos do grupo, não gostava de confusões, procurava deitar-me sempre cedo, estudante aplicado, cumpridor de horários.
Era a referência do grupo ... ehehehehe
Mas pronto, com tanta tropelia, tanta tropelia, são amigos do peito.

NEM NA MORTE, SE RECONHECE DIGNIDADE AOS PROFESSORES

Até parece que nos querem desumanizar!
Os últimos exemplos que o governo tem estado a transmitir ao povo português são não apenas de uma tremenda desumanidade mas de um vergonhoso oportunismo, pouca vergonha na cara e descaramento pela mentira e pela batota.
Neste último caso, todos conhecemos o VERGONHOSO processo do Diploma da Farinha Amparo tirado por Sócrates a um Domingo que mete pelo meio, documentos falsificados na AR e na CM da Covilhã.
Ficou impune. Apesar da MENTIRA, da FALSIDADE e do OPORTUNISMO não teve qualquer VERGONHA naquela cara e continua como se NADA tivesse feito.
Quanto à desumanidade, este exemplo da professora Manuela Estanqueiro, com leucemia, em estado terminal de doença, ter de ir trabalhar 31 dias para não perder o vencimento nem a reforma, ultrapassa, infelizmente tudo isso.
E ultrapassa porque METE NOJO.
O ex-engenheiro Sócrates, todos sabemos que mente, é mentiroso, faz batota, é batoteiro, procura o caminho mais fácil, é oportunista ... e por aí em diante.
Contudo, o que acaba de se passar no Ministério da Educação, abreviando a morte a uma docente é SELVAGEM, é, eu diria mesmo, ASSASSINO.
Tal como em Auschwitz, também para o Ministério da Educação, a VIDA não tem valor. Os nazis, não fariam melhor.
Aquilo que a Ministra Maria de Lurdes Rodrigues nos transmite, são valores de desprezo, de imbecilidade, de afrontamento, de arrogância, de maldade ... por isso, não é para admirar que até aqueles que são e foram educadores toda a vida, com princípios e valores nobres, entendam e reconheçam que há de facto muitos filhos da puta à solta ao cimo da terra que mereciam que lhes caisse o céu em cima e que a terra lhes fosse pesada.
A argumentação de que "filho da puta", possui um significante próprio em Trás-os-Montes, foi utilizada por Armando Vara quando era arguido num processo de injúrias. O tribunal não deu provimento a esse argumento portanto, não há azar, não me mandam para a biblioteca!
Que humanidade é possível encontrar em quem desde sempre desprezou e procurou penalizar a gravidez das professoras, considerando essas faltas para efeitos de avaliação?
Às vezes até me questionava se essa dita senhora MLR, como ela julga ser, alguma vez teve filhos?
Que humanidade é possível encontrar em quem pela morte de um parente mais próximo de um professor (pai, filho, conjuge) entende que acompanhá-lo à ultima morada é superfluo e deve ser um gesto atrevido, e como tal, merecedor de castigo?
Questiono-me igualmente muitas vezes que faria ela se essa desgraça lhe batesse à porta.
Muito provavelmente faria como o mentiroso do primeiro ministro José Sócrates que quer que os outros sejam rigorosos e excelentes e ele, pela socapa e às escondidas lá se foi arranjando, saltitando de escola em escola, até ao ... diploma final conhecido.
E se ela já assim pensava, porque nos admiramos que a professora Manuela Estanqueiro tenha sido obrigada a trabalhar até morrer? Moribunda e a trabalhar, em estado terminal perfeitamente diagnosticado!!!
Ao fim e ao cabo o que interessa são numeros, pois claro, é menos 1 professor com mais de 50 anos, menos 1 titular, menos uma reforma a pagar a quem descontou toda a vida. Isto SIM, isto é que tem interesse e faz toda a diferença.
Porque nos admiramos se nem sequer aos colegas da mesma escola onde ela trabalhou para o Estado durante anos, tenha sido dada uma dispensa de 1 hora apenas para que fosse possível acompanhá-la à sua ultima morada
E se a Ministra não nos respeita, não dá valor à vida, que respeito merece ela?
Não se admire pois, que tenhamos TAMBÉM todo o direito de a tratar da mesma forma, pensando que ela é exactamente aquilo que eu agora mesmo estou a pensar que ela, DE FACTO, É!

PROFESSORA DOENTE OBRIGADA A TRABALHAR

Aveiro : Dada como apta para o serviço
Professora doente morre a trabalhar



Teresa Silva diz que os últimos dias da mãe, Manuela Estanqueiro, professora de Educação Tecnológica em Aveiro, foram marcados pelo sofrimento

Uma professora da Escola Básica 2/3 de Cacia, em Aveiro, a quem há pouco mais de um ano tinha sido diagnosticada uma leucemia, morreu no passado sábado, sem que a aposentação, pela qual batalhara, tivesse sido oficialmente decretada.

Manuela Estanqueiro, de 63 anos, tinha sido notícia no CM em Fevereiro, quando a Caixa Geral de Aposentações (CGA) a obrigou a regressar ao trabalho, sob pena de perder o vencimento.

quarta-feira, 6 de junho de 2007

ALCOCHETE

Para quem pensava que José Sócrates não é um polivalente ...


terça-feira, 5 de junho de 2007

MARGEM SUL - UM EXEMPLO A SEGUIR

O metro para a Margem Sul já está a funcionar

segunda-feira, 4 de junho de 2007

EXEMPLAR - OBRIGADA A TRABALHAR PARA MORRER MAIS DEPRESSA

Foto retirada de wehavekaosinthegarden
MORREU A MANUELA ESTANQUEIRO

A Manuela Estanqueiro foi minha vizinha e colega em Aveiro, da mesma escola secundária, antes de se mudar para Cacia.

A Manuela é aquela professora que tendo uma leucemia, foi obrigada a ir trabalhar há 3 meses atrás, quando já se encontrava em estado terminal.

Hoje, foi a enterrar às 15.30h

À Teresa, sua filha e ainda minha colega de escola, o meu sentido pesar pelo acontecimento.Este é o Ministério da Educação que temos, a humanidade e o carinho que todos sentimos diariamente.

Assim, sim, até dá vontade de trabalhar!!!E depois não querem que se chamem nomes ou falem mal dos ministros.

Se o Pluto é filho da Pluta, porque razão a Ministra e o Sócrates também não podem ser filhos das suas mães?

ISTO FAZ-SE?

CAMBADA de IRRESPONSÁVEIS e INCOMPETENTES que desgovernam este país e nos sequestram e amordaçam. É o MÍNIMO!!!!!

Em 22/02/2007, a notícia vinha AQUI


Com leucemia - Professora obrigada a dar aulas

Uma docente da Escola EB 2/3 de Cacia, em Aveiro, que se encontrava de baixa há cerca de dois anos, após lhe ter sido diagnosticada uma leucemia, foi obrigada pela Caixa Geral de Aposentações a regressar ao serviço para cumprir um período mínimo de 31 dias de trabalho. Manuela Estanqueiro, de 63 anos, tinha pedido para ser aposentada por incapacidade, mas, após uma junta médica realizada em Novembro, não só viu a pretensão recusada como teve a baixa médica suspensa e ordem para voltar ao serviço, sob pena de perder o vencimento. "Sinto-me muito injustiçada. Sei que há quem faça de conta que está doente, mas esse não é, infelizmente, o meu caso", salientou a professora ao CM.

ATESTADO ATÉ NOVA JUNTA

O período mínimo exigido terminou anteontem e Manuela Estanqueiro está actualmente de atestado médico, até poder ir a nova junta médica. "Estes 31 dias foram de extrema agonia e cheguei a desmaiar em plena sala de aula, para além de ter de descansar nos intervalos. Só consegui ultrapassar este sofrimento porque tive sempre o apoio dos colegas, da escola e da Direcção Regional de Educação do Centro."

A decisão da Caixa Geral de Aposentações deixou a docente de educação tecnológica "abalada psicologicamente". "Depois de meses de quimioterapia, era o pior que me podia acontecer", diz. Manuela Estanqueiro diz que não a preocupa o facto de lhe recusarem a aposentação " da qual já apresentou recurso" só não entende como a podem considerar capaz para o serviço, quando tem uma doença grave diagnostica.

Por causa de tudo isto, viu a baixa revogada, quando "a tinha até Outubro de 2008".


Que na morte possa ter a Paz que este governo vergonhosa e ordinariamente lhe ROUBOU nos últimos meses de vida.

Até aos seus colegas, na casa onde ela serviu o Estado durante anos, NÃO LHES FOI PERMITIDO uma mísera dispensa de 1 hora para a acompanhar à sua última morada.


Um NOJO.


Que Deus não bata à porta de familiares da Ministra da Educação nem do primeiro ministro José Sócrates que o que sabe de melhor é tirar Diplomas na Farinha Amparo.

Para aí, tem a esperteza toda.

PROFESSORA COM LEUCEMIA, OBRIGADA A DAR AULAS

Há 3 meses, a Professora Manuela Estanqueiro, minha vizinha e colega de escola até há pouco tempo, foi obrigada a ir trabalhar sob pena de perder o vencimento. Ficou sem a baixa médica que mantinha há quase 2 anos por causa de uma doença grave que lhe foi detectada - LEUCEMIA.
Hoje, 4 de Junho às 15.30 horas, a Manuela Estanqueiro foi a sepultar no Cemitério da Gafanha da Nazaré, em Aveiro.
Este é o Governo que temos, o Ministério da Educação que temos, o sentido de humanismo que nos transmite. Não é coisa para admiração depois da Ministra ter dito aos professores que as faltas por nojo, penalizam qualquer um na avaliação escolar. Professor que lhe morra um filho, um pai ou o cônjuge, tem de ir dar aulas, se for ao funeral, fica penalizado.
Sem querer mal à Ministra, gostava de saber como ela faria se esse azar lhe batesse à porta.
Tal como o Sócrates que quer a excelência e o rigor, ... mas é para os outros.
Quem não conhece o seu diploma que lhe saiu na Farinha Amparo a um Domingo?
Sinto-me REVOLTADO!
Sinto-me ENOJADO!


22/02/2007
- Professora com leucemia, obrigada a dar aulas

Uma docente da Escola EB 2/3 de Cacia, em Aveiro, que se encontrava de baixa há cerca de dois
anos, após lhe ter sido diagnosticada uma leucemia, foi obrigada pela Caixa Geral de Aposentações a regressar ao serviço para cumprir um período mínimo de 31 dias de trabalho.
Manuela Estanqueiro, de 63 anos, tinha pedido para ser aposentada por incapacidade, mas, após uma junta médica realizada em Novembro, não só viu a pretensão recusada como teve a baixa médica suspensa e ordem para voltar ao serviço, sob pena de perder o vencimento.“Sinto-me muito injustiçada.
Sei que há quem faça de conta que está doente, mas esse não é, infelizmente, o meu caso”, salientou a professora ao CM.

ATESTADO ATÉ NOVA JUNTA

O período mínimo exigido terminou anteontem e Manuela Estanqueiro está actualmente de atestado médico, até poder ir a nova junta médica. “Estes 31 dias foram de extrema agonia e cheguei a desmaiar em plena sala de aula, para além de ter de descansar nos intervalos. Só consegui ultrapassar este sofrimento porque tive sempre o apoio dos colegas, da escola e da Direcção Regional de Educação do Centro.”A decisão da Caixa Geral de Aposentações deixou a docente de educação tecnológica “abalada psicologicamente”. “Depois de meses de quimioterapia, era o pior que me podia acontecer”, diz.

Manuela Estanqueiro diz que não a preocupa o facto de lhe recusarem a aposentação – da qual já apresentou recurso – só não entende como a podem considerar capaz para o serviço, quando tem uma doença grave diagnostica.
Por causa de tudo isto, viu a baixa revogada, quando “a tinha até Outubro de 2008”.

O MEDIATISMO COM MADDIE - AS CRIANÇAS SÃO TODAS IGUAIS?

A COMPAIXÃO MEDIÁTICA: TODAS AS CRIANÇAS SÃO IGUAIS?

Ian McEwan, no seu belíssimo romance Sábado, denuncia como uma das complicação da condição moderna, o fenómeno a que chama o círculo em expansão da compaixão moral.
Esta minha reflexão sobre o que aconteceu a Maddie não é, nem poderia ser, sobre o fundo da questão, o drama dos pais, a angústia da dúvida sobre o estado da criança, o sofrimento generalizado. Não. É sobre a forma que reflicto.
Talvez por pensar, como McEwan, que as reservas de compaixão de cada um são limitadas. Vão-se gastando. Gastam-se mais depressa sob o efeito da constante banalização do sofrimento que os media, particularmente a televisão, instituem diariamente. O excesso indiscriminado de informação sobre a desgraça alheia vai dando lugar a sentimentos de conformismo, uma passividade de espectador que nos afasta da verdadeira compaixão.
O modo como o desaparecimento de Maddie se tornou, imediatamente, um caso nacional assentou, quase só, em más razões. O nosso complexo de inferioridade, a nossa baixa auto-estima que nos colocou, voluntariamente, sob o escrutínio da opinião pública inglesa. O nosso provincianismo, desatado pelas manchetes na imprensa internacional. O medo do que irão dizer e pensar de nós. De repente, Portugal torna-se um país perigoso, o Algarve um antro de malfeitores, a nossa polícia uns incompetentes, as nossas técnicas obsoletas, os nossos meios para actuar ridículos.
O país entrou em competição consigo mesmo. Todos os dias, um novo par de olhos se junta à galeria de notáveis que nos observam, críticos e impiedosos. Li recentemente que Carlos e Camila acabam de se pôr na lista. Outro dia, zapando, vi e ouvi um esganiçado súbdito britânico que, comentando uma iniciativa da nossa polícia, afirmava que se fosse em Inglaterra tal iniciativa já teria sido tomada há muito tempo.
Para quem não queira ajudar a esta perversão informativa, que nos afasta do essencial - e o essencial é Maddie - e desgasta o melhor da genuína compaixão, a que partilha sentimentos e não tablóides, três notas úteis.
A primeira para lembrar que uns pais portugueses que deixassem sozinhos três filhos de tão tenra idade, mesmo que por motivos de força maior, como o de ganhar o pão de cada dia, seriam considerados pelas instâncias competentes (comissões de protecção, curadores, juízes...) como negligentes, senão mesmo incapazes. Ao que parece em Inglaterra não é assim.
Esta minha reflexão sobre o que aconteceu a Maddie não é, nem poderia ser, sobre o fundo da questão, o drama dos pais, a angústia da dúvida sobre o estado da criança, o sofrimento generalizado. Não. É sobre a forma que reflicto. Talvez por pensar, como McEwan, que as reservas de compaixão de cada um são limitadas. Vão-se gastando. Gastam-se mais depressa sob o efeito da constante banalização do sofrimento que os media, particularmente a televisão, instituem diariamente. O excesso indiscriminado de informação sobre a desgraça alheia vai dando lugar a sentimentos de conformismo, uma passividade de espectador que nos afasta da verdadeira compaixão.
O modo como o desaparecimento de Maddie se tornou, imediatamente, um caso nacional assentou, quase só, em más razões. O nosso complexo de inferioridade, a nossa baixa auto-estima que nos colocou, voluntariamente, sob o escrutínio da opinião pública inglesa. O nosso provincianismo, desatado pelas manchetes na imprensa internacional. O medo do que irão dizer e pensar de nós. De repente, Portugal torna-se um país perigoso, o Algarve um antro de malfeitores, a nossa polícia uns incompetentes, as nossas técnicas obsoletas, os nossos meios para actuar ridículos. O país entrou em competição consigo mesmo.
Todos os dias, um novo par de olhos se junta à galeria de notáveis que nos observam, críticos e impiedosos. Li recentemente que Carlos e Camila acabam de se pôr na lista. Outro dia, zapando, vi e ouvi um esganiçado súbdito britânico que, comentando uma iniciativa da nossa polícia, afirmava que se fosse em Inglaterra tal iniciativa já teria sido tomada há muito tempo. Para quem não queira ajudar a esta perversão informativa, que nos afasta do essencial - e o essencial é Maddie - e desgasta o melhor da genuína compaixão, a que partilha sentimentos e não tablóides, três notas úteis.

A primeira para lembrar que uns pais portugueses que deixassem sozinhos três filhos de tão tenra idade, mesmo que por motivos de força maior, como o de ganhar o pão de cada dia, seriam considerados pelas instâncias competentes (comissões de protecção, curadores, juízes...) como negligentes, senão mesmo incapazes. Ao que parece em Inglaterra não é assim.

A segunda diz respeito ao número crescente de crianças que, cada ano, desaparecem sem deixar rasto, no espaço da União Europeia: 35 mil, segundo há uns meses denunciou o Comissário Europeu responsável pala infância. É de admitir que muitas sejam raptadas por redes de pedofilia e levadas para outros países onde as espera uma vida de escravatura e terrível sofrimento. O comissário europeu fez um veemente apelo mas quase ninguém deu por isso...
Em termos absolutos e relativos, Portugal está muito aquém do Reino Unido no que se refere ao desaparecimento de crianças e aos resultados obtidos pelos respectivos dispositivos policiais. Grande parte dos pedófilos que gozam as doçuras climatéricas do nosso Algarve são de nacionalidade inglesa.

A terceira refere-se à vida quotidiana de milhares de crianças portuguesas cuja situação é de verdadeiro perigo e não de mero risco. Para além daquelas (largos milhares) que integram as famílias que vivem em estado de pobreza persistente, um número crescente de crianças portuguesas é posto em situação de perigo pelos próprios pais. Um quarto dos quais tem menos de 18 anos, fracas ou nenhumas capacidades parentais e estilos de vida que os levam da rua para a prisão e da prisão para a rua onde se dedicam a actividades ilícitas. Cresce, assustadoramente, o fenómeno do abandono. Continuamos sem saber ao certo quantas crianças estão institucionalizadas e em que condições.
O instituto da adopção continua emperrado. A falta de meios, a multiplicidade de actores e a burocracia impedem, frequentemente, procedimentos expeditos.
Estas crianças estão, à partida, condenadas a não ter futuro. De vez em quando, noticiam a morte de uma delas às mãos da própria família. Perpassa uma tão forte como efémera comoção. Não dá para mais. Essa criança não é inglesa. Carlos e Camila não sabem que ela existe.
É esta realidade, portuguesa, nossa, que nos devia envergonhar a todos. O Governo, o Parlamento, os cidadãos. Perante o escrutínio internacional mas, sobretudo, o da nossa própria consciência.

Maria José Nogueira Pinto
jurista

MICAELA REIS - MISSE ANGOLA 2007



LINDA, não é verdade?

BELEZAS E COSTUMES DE ANGOLA

Lavadeiras nas margens do rio Quanza

Muila com o filho ao colo

Calumbo - Dia de Mercado


Mucubal - foto tirada em 26 Setembro de 1957


Penteados do sul de Angola



Celeiros numa aldeia de Maquela do Zombo



Muilas do sul de Angola



sexta-feira, 1 de junho de 2007

A CONTENÇÃO SALARIAL

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Ao mesmo tempo que, segundo números da Comissão Europeia, o poder de compra dos trabalhadores portugueses registou, em 2006, a maior descida dos últimos 22 anos, a CMVM anunciou que, entre 2000 e 2005, os vencimentos dos administradores das empresas cotadas em bolsa duplicaram (e nas empresas do PSI 20 mais que triplicaram!).
Isto é, enquanto pagam aos seus trabalhadores dos mais baixos salários da Europa a 25 (e todos os dias reclamam, sob a batuta do governador do Banco de Portugal, por "contenção salarial" e "flexibilidade"), esses administradores duplicam, ou mais que triplicam, os próprios vencimentos, vampirizando os accionistas e metendo ao bolso qualquer coisa como 23,9% (!) dos lucros das empresas.
Recorde-se que o Estado é accionista maioritário ou de referência em muitas dessas empresas, como a GALP, a EDP, a AdP, a REN ou a PT, cujas administrações albergam "boys" e "girls" vindos directamente da política partidária (cada um atribuindo-se a si mesmo, em média, 3,5 milhões de euros por ano!).
Se isto não é um ultraje, talvez os governos que elegemos (e o actual é, presumivelmente, socialista) nos possam explicar o que é um ultraje.
O mais certo, porém, é que se calem e continuem a pedir "sacrifícios" aos portugueses.
A que portugueses?
.

domingo, 27 de maio de 2007

1ª MARAVILHA DE PORTUGAL

Terminou a votação e foi eleita ...

A 1ª Maravilha de Portugal....
(Na rotunda da Boavista, na cidade do Porto)

"NA MARGEM SUL SÓ CONHECEMOS ESTE CAMELO" (CARTAZ)

Para ser sincero, até penso que o camelo acaba por sair muito favorecido no cartaz. As duas bossas só o favorecem.
Ou muito me engano ou o sr. eng. Mário Lino, engenheiro civil inscrito na Ordem do Engenheiros e recente "entretainer" de congressos de economistas e de reuniões de autarcas, vai ver-lhe cair em cima um conjunto de processos de todos os indivíduos da margem sul sem pernas, sem braços, sem dedos, sem olhos e com cancro nos pulmões. Nem quero imaginar
Só o ministro Manuel Pinho lhe lhe poderia valer se andasse bem. Já nem o Dr. Almeida Santos que consegue estar ainda mais taralhoco que o Dr. Mário Soares.
Coitados!!

sábado, 26 de maio de 2007

SERÁ PORTUGAL UM DESERTO A SUL DO TEJO? ... JAMAIS ... JAMAIS!!

Depois de Mário Lino mostrar ser um excelente entertainer de almoços e de convívios de autarcas do Oeste, começam a surgir pelo país empresas dispostas a organizar, para os próximos dias, passeios ao Oásis de Alcochete.
A concentração está prevista para a porta do Ministério das Obras Públicas – à Sé – de onde partirá a caravana de jipes 4X4 que atravessará a Ponte Vasco da Gama com destino ao Deserto a Sul do Tejo.
A primeira paragem será na Área de Serviço da Margem Sul, onde experientes motoristas necessitam baixar a pressão dos pneus, necessária à circulação nas dunas.
O trajecto até ao Oásis, onde serão servidos carapaus assados e enguias do Tejo, poderá ser feito, por escolha e conveniência dos participantes, quer continuando na caravana de jipes ou em dromedário (uma só bossa), o que torna a aventura muito mais excitante, pois tirando os beduínos tratadores e a areia, os participantes não encontrarão: "pessoas, escolas, hospitais, hotéis, indústria ou comércio"!
Reunidos os participantes será servido o almoço, em tendas, com pratos tradicionais do Oásis Alcochete. À tarde, a seguir ao pôr-do-sol no deserto – espectáculo sempre deslumbrante – será servido um chá de menta, após o que, a caravana regressa nos jipes, com paragem na área de Serviço da Ponte Vasco da Gama, para reposição da pressão dos pneus.

ALERTA: O tempo urge. Segundo as sábias e oportunas declarações do Dr. Almeida Santos, M. I. Presidente do PS as pontes são alvos dos terroristas pois podem ser dinamitadas a qualquer momento, pelo que, não se devendo construir novas, devemos aproveitar as que temos, enquanto estão de pé.
Vale a pena um passeio a esta inesquecível aventura ao Deserto a Sul do Tejo!
ATENÇÃO
: A cada participante será exigida uma declaração por escrito onde se comprometem, durante toda a aventura, a não referir qualquer das seguintes palavras jocosas: diploma, curso, Independente, engenheiro, fax e inglês técnico.

Um passeio que nunca mais vai esquecer. JAMAIS ... JAMAIS ... JAMAIS!!!!

segunda-feira, 21 de maio de 2007

LICENCIATURA DA FARINHA AMPARO


Um professor de Inglês que trabalhava há quase 20 anos na Direcção Regional de Educação do Norte (DREN), foi suspenso de funções por ter comentado licenciatura de Sócrates

Começo, de facto, a ficar preocupado.
Já algum português não comentou a pouca vergonha que foi a forma como um primeiro ministro que exige rigor e excelência conseguiu o seu diploma de licenciado em Engenharia Civil sem que primeiro não se tivesse feito passar por Engenheiro, utilizando esse título em postais da Secretaria de Estado do Ambiente para, promiscuamente, conseguir os seus intentos ?
Mas, na roleta, calhou o professor de inglês da DREN. Que este caso, sirva de exemplo, portanto, para todos os portugueses.
Sem esquecer, obviamente, a falsificação das assinaturas na Assembleia da República e o Diploma falsificado que apareceu na Câmara Municipal da Covilhã por uma Universidade dirigida por um reitor (que parece que era-mas-não-era) preso igualmente por falsificação de documentos.

Para não ir mais longe, porque não foram exercidas essas represálias junto do Ministro das Obras Públicas Mário Lino que GOZOU com o Sócrates em plena reunião autárquica ("sou eng, inscrito na Ordem") ou com Marcelo Rebelo de Sousa que disse que o diploma de Sócrates foi conseguido na farinha amparo, sem menosprezo, obviamente, pela Farinha Amparo que não tem culpa nenhuma das cambalhotas e pouca seriedade do primeiro ministro que temos?

domingo, 20 de maio de 2007

PORTUGAL - SOMOS UM PAÍS DE VERDADEIRAS METAMORFOSES

NADA SE CRIA ...
NADA SE PERDE ...
TUDO SE TRANSFORMA !!!

Dúvidas?

AVES, PINTOS E NECAS, É TUDO DA FAMÍLIA DO APINTO DOURADO


Isto é de facto uma VERGONHA.


Estamos a falar, obviamente do jogo FCPorto - Aves, ONDE se decide, esta tarde, o título de Campeão Nacional de Futebol

Não se compreende como é possível ter a desfaçatez de umas declarações públicas como estas.

Num clube como o Desportivo das Aves, parte interessada numa vitória num jogo fundamental como este, ter um treinador que antecipadamente vem declarar, ALTO E EM BOM SOM, para quem o quiser ouvir numa conferência de imprensa, e sem vergonha naquela cara, que o seu desejo é o de que o FCPorto seja campeão, porque tem lá muitos amigos, porque está à frente há 28 jornadas, réubéubéu, réubéubéu ...

E, MAIS GRAVE AINDA, é que ele não fala em seu nome pessoal, NÃO: "desejamos".

Quem? Eu, não decerteza. Então QUEM? Ele e os jogadores? Ele e a Direcção? ... "Desejamos" QUEM?

Onde é que anda a Polícia Judiciária?

Bem que podem chamar a Maria Josá Morgado que isto não tem conserto. Este é um país dourado para Apitos e para Casas Pias. A corrupção instalada tomou conta deste país.

E vai uma apostazinha em como NENHUM JORNALISTA vai MAIS levantar o véu por causa destas infelizes, promíscuas e vergonhosamente corruptas declarações?

Nem a Polícia Judiciária!!!!!

É HOJE QUE SE DECIDE QUEM É O CAMPEÃO NACIONAL DE FUTEBOL

Hoje é o dia "D".
Mais logo, saberemos quem ganhou o Campeonato Nacional.
Até que ponto o Apito Dourado ainda controla estruturas futeboleiras ...
Até que ponto as influências dos "Paratys" e dos "Joões Ferreiras" foram importantes no resultado final...
Mesmo prejudicado pelo golo com a mão da equipa da "Capital do Móvel", o Sporting Clube de Portugal, poderia de facto, por si só, ter arrumado há mais tempo esta decisão do último dia.
ahhh ... não acham curioso que o Luís Filipe Vieira ande a pedir castigos exemplares para quem andou a telefonar para os árbitros quando ELE PRÓPRIO foi apanhado pela PJ a telefonar ao Valentim Loureiro e ao Pinto de Sousa por causa de arbitragens (escolher árbitros) do Benfica para a Taça de Portugal?
Ou somos todos PARVOS ou o homenzinho está a sofrer de Doença de Alzheimer.
Bonito!!!!

sexta-feira, 18 de maio de 2007

ORDENADOS EM ATRASO - ESCÂNDALO

Ordenados em atraso - mais um escândalo!
Mais um escândalo de ordenados em atraso...
O FCPorto deixou de pagar aos árbitros!

ECO QUÊ? ... ECOTERAPIA!

Estudo britânico diz que caminhar no campo diminui depressão e aumenta auto-estima
Investigadores da Universidade de Essex (Inglaterra) - coordenados por Rachel Hine e Jules Pretty do Departamento de Ciências Biológicas - compararam, em 20 pessoas com depressão, os efeitos de passeios a pé de 30 minutos num parque e de caminhadas da igual duração num centro comercial da cidade.

Segundo a Mind, uma associação de caridade britânica especializada em problemas de saúde mental e que encomendou os estudos, os resultados provam que a ecoterapia deve ser considerada "uma opção de tratamento adequada".
Depois dos passeios a pé na natureza, o nível de depressão de 71 por cento dos participantes baixou e a auto-estima aumentou em 90 por cento. Em contraste, entre os que caminharam num centro comercial, só 45 por cento mostraram uma diminuição do nível da depressão e 22 por cento um aumento.
Além disso, 50 por cento destas pessoas ficaram mais tensas e 44 por cento perderam auto-estima.
A Universidade de Essex fez um segundo estudo em que interrogou 108 pessoas com vários problemas mentais sobre os resultados das suas experiências de ecoterapia.
Para 94 por cento dos inquiridos, as actividades ao ar livre melhoraram-lhes o estado de saúde mental e 90 por cento indicaram que o exercício tinha melhores efeitos quando associado à natureza
Para Ricardo Gusmão, professor de Psiquiatria na Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Nova de Lisboa, "o exercício físico determina alterações no metabolismo e funcionamento do cérebro que provocam melhoria no humor de modo agudo, mas também sustentado no tempo".
"Nessa medida, qualquer exercício físico tem um efeito antidepressivo, sendo que é património do bom senso que a vida ao ar é mais saudável do que no meio urbano", afirmou este especialista em depressão. O que é novo, referiu, "é a confirmação deste último aspecto por via da investigação científica".
Porém, o estudo é omisso quanto ao que opera efectivamente a diferença: "A ausência de poluição ambiental? A mudança de rotina ou a confirmação dessa mesma rotina nos resultados negativos de quem passeia nos centros comerciais? Quais os estímulos benéficos e quais os prejudiciais?", interroga-se Ricardo Gusmão.
Na óptica de Paul Farmer, director da Mind, a ecoterapia é "uma opção de tratamento credível, clinicamente válida, que devia ser prescrita pelos médicos, particularmente quando para muitas pessoas o acesso a alternativas aos antidepressivos é muito limitado". "Não estamos a dizer que a ecoterapia deve substituir os medicamentos, mas que o debate deve ser alargado", sublinhou. "Seria muito mais barata do que os medicamentos anti-depressivos, não teria efeitos secundários e estaria ao alcance de qualquer um".
Não há dados sobre a prevalência de depressão na população geral em Portugal, mas segundo o Censo Psiquiátrico de 2001, cerca de 20 por cento dos utentes dos cuidados de saúde primários são pessoas com todos os tipos de depressão

CHINESISSES ...

Growing up I have heard about this among my grandmother/greatmother..but have never seen this..OUCH!
So you think that your shoes are uncomfortable
Para quem pensa que tem uns sapatos pouco confortáveis ...




As mulheres têm com cada ideia ...

segunda-feira, 14 de maio de 2007

A ORIGEM DE @ (ARROBA)


Os Copistas medievais e o século XXI.
Cultura e curiosidades…

Na idade média os livros eram escritos à mão pelos copistas. Precursores da taquigrafia, os copistas simplificavam o trabalho substituindo letras, palavras e nomes próprios, por símbolos, sinais e abreviaturas. Não era por economia de esforço nem para o trabalho ser mais rápido.
O motivo era de ordem económica: a tinta e o papel eram valiosíssimos.
Foi assim que surgiu o til (~), para substituir uma letra (um 'm'ou um 'n') que nasalizava a vogal anterior. Um til é um "enezinho" sobre a letra. O nome espanhol Francisco, que também era grafado 'Phrancisco', ficou com a abreviatura 'Phco' e 'Pco'. Daí que foi fácil o nome Francisco ganhar em espanhol o diminutivo Paco.
Os santos, ao serem citados pelos copistas, eram identificados por um feito significativo em suas vidas. Assim, o nome de São José aparecia seguido de 'Jesus Christi Pater Putativus', ou seja, o pai putativo (suposto) de Jesus Cristo. Mais tarde os copistas passaram a adoptar a abreviatura 'JHS PP' e depois 'PP'. A pronúncia dessas letras em sequência explica porque José em espanhol tem o diminutivo de Pepe.
Já para substituir a palavra latina 'et' ('e'), os copistas criaram um símbolo que é o resultado do entrelaçamento dessas duas letras: &. Esse sinal é popularmente conhecido como 'e' comercial e, em inglês, tem o nome de ampersand, que vem do 'and' ('e' em inglês) + 'per se' (do latim 'por si') + 'and'.
Com o mesmo recurso do entrelaçamento de letras, os copistas criaram o símbolo @ para substituir a preposição latina 'ad', que tinha, entre outros, o sentido de 'casa de'. Veio a imprensa, foram-se os copistas, mas os símbolos @ e & continuaram a ser usados nos livros de contabilidade. O @ aparecia entre o número de unidades da mercadoria e o preço; por exemplo, o registo contabilístico '10@£3' significava '10 unidades ao preço de 3 libras cada uma'.
Nessa época o símbolo @ já ficou conhecido como, em inglês, 'at' ('a' ou 'em').
No século XIX, nos portos da Catalunha (nordeste da Espanha), o comércio e a indústria procuravam imitar práticas comerciais e contabilísticas dos ingleses.
Como os espanhóis desconheciam o sentido que os ingleses atribuíam ao símbolo @, supuseram, por engano, que o símbolo seria uma unidade de peso.
Para este entendimento contribuíram duas coincidências:
1- A unidade de peso comum para os espanhóis na época era a arroba, cujo 'a' inicial lembra a forma do símbolo.
2- Os carregamentos desembarcados vinham frequentemente em fardos de uma arroba. Dessa forma, os espanhóis interpretavam aquele mesmo registo de '10@£3' como 'dez arrobas a 3 libras cada uma'. Então, o símbolo @ passou a ser usado pelos espanhóis para significar arroba.
Arroba veio do árabe ar-ruba, que significa 'a quarta parte': arroba (15 kg em números redondos) correspondia a 1/4 de outra medida de origem árabe (quintar), o quintal (58,75 kg).
As máquinas de escrever, na sua forma definitiva, começaram a ser comercializadas em 1874, nos Estados Unidos (Mark Twain foi o primeiro autor a apresentar seus originais dactilografados). O teclado tinha o símbolo '@', que sobreviveu nos teclados dos computadores.
Em 1972, ao desenvolver o primeiro programa de correio electrónico (e-mail), Roy Tomlinson aproveitou o sentido '@' ('at' em inglês), disponível no teclado, e utilizou-o entre o nome do usuário e o nome do provedor. Assim Fulano@ProvedorX passou a significar 'Fulano no provedor (ou na casa) X'.
Em diversos idiomas, o símbolo '@' ficou com o nome de alguma coisa parecida com sua forma. Em italiano chiocciola (caracol), em sueco snabel (tromba de elefante), em holandês, apestaart (rabo de macaco). Noutros idiomas, tem o nome de um doce em forma circular: shtrudel em Israel, strudel na Áustria, pretzel em vários países europeus.

domingo, 13 de maio de 2007

JORNAL RECORD - UM PASQUIM OPORTUNISTA E CINZENTO

Salta à vista de qualquer um, o VERDADEIRO oportunismo do Jornal Record, e a necessidade em se querer por em bicos dos pés, aproveitando um hediondo crime que anda pelas bocas do mundo e do qual já vários jornais, entidades e privados têm manifestado o pagamento de fortunas fabulosas a quem der alguma pista que leve à descoberta dos culpados e verdadeiros bandidos que levaram ao desaparecimento da frágil bebé que é a Madeleine.
Segundo este verdadeiro pasquim, não tem outro nome quem procura o reboque à custa do sentimento das pessoas em momentos de grande fragilidade como é este o caso, "Record oferece 15.000 € a quem der à polícia pistas que levem ao regresso da menina a casa".
Onde estava este jornal quando desapareceram todos os outros meninos e meninas, portugueses inocentes, raptados, mortos e desaparecidos que NUNCA se lembrou deles nem ofereceu qualquer recompensa por nada?
Nada me opõe à notícia, pelo contrário, mas esse cheiro nauseabundo a oportunismo, custa-me.
E já agora, onde tem estado este jornal quando o assunto é o Apito Dourado, a Casa Pia e outros que envergonham este país cada vez mais degradado e pobre materialmente e em espírito?
Palavras para quê? É um PASQUIM português ...

sexta-feira, 11 de maio de 2007

ESTÁDIO NA PALESTINA OFERECIDO POR PORTUGAL

O Estádio na Palestina foi oferecido por Portugal.
O novo estádio da cidade de Al-Kahder, nos arredores de Belém, na Cisjordânia, cuja construção foi financiada por Portugal, através do Instituto Português de Cooperação para o Desenvolvimento, vai ser inaugurado na próxima segunda-feira.
O recinto custou dois milhões de dólares, tem capacidade para seis mil espectadores, é certificado pela FIFA e dispõe de piso sintético e iluminação.
A cerimónia de inauguração abrirá com uma marcha de escuteiros locais, conduzindo as bandeiras de Portugal e da Palestina, e a execução dos respectivos hinos nacionais.
Segundo informações obtidas pela Agência Lusa, Portugal vai oferecer camisolas de Cristiano Ronaldo, Deco e Quaresma, que serão expostas numa sala do estádio Al-Khader.
Afinal estamos ricos e não sabíamos.
Não há só vida para além do deficit, há também que ter muita paciência para se viver com esse deficit e principalmente com políticos que se diplomam ao domingo e exigem rigor e excelência.
A pachorra é que começa a faltar.
Fecha-se TUDO o que mexe em Portugal contudo, na Palestina o folclore ainda está a começar.
Grande país este, à beira mar plantado, sim senhor ...

OS AMIGOS DOS HOMENS E ... AS AMIGAS DAS MULHERES


GNR

Se és Jovem e ambicioso!

Queres curtir um cabriolet?

Queres pisar traços contínuos sem ser incomodado?

Queres andar de carro sem cinto de segurança?

Junta-te a nós!

Alista-te!

quinta-feira, 10 de maio de 2007

CARTA ABERTA AO PRIMEIRO MINISTRO JOSÉ SÓCRATES

Vale a pena transcrever uma carta aberta ao nosso Primeiro Ministro do meu amigo Valério Guerra, "chicoronho" como eu, um amigo íntegro e amante da verdade.
Não pode continuar a valer tudo, mesmo que ideologicamente nos custe.
Não pode haver duas medidas: a dos poderosos e a do povo ralé.
No fim, no fim, não devemos viver - depois de um 25 de Abril, como se ainda fossemos carneiros.
Nada mais me move senão o respeito que acho que merecemos, nós, o povo que paga impostos, deste "diz que é um país".

Valério



Carta Aberta ao
Excelentíssimo Senhor José Sócrates,
Primeiro-Ministro de Portugal




Sou português, africano. Natural do sul de Angola, cresci perto dos elefantes e esta é uma das razões de lhe escrever. Como sabe, os elefantes não esquecem e, o meu neto, educado em "ambiente" africano, o mais certo é não esquecer, também. Como a minha filha mais nova, a acabar o curso numa faculdade pública prestigiada, também não esquece.
E este é um dos meus problemas. Deixou de haver tertúlias sossegadas e conversas equilibradas cá em casa. Bastou para tanto, a história da sua licenciatura.
Sabe, eu quase sou descendente dos primeiros colonos que rumaram ao Lubango. O meu pai nasceu em 1917 e o meu avô foi criancinha para aqueles sertões. Já deve estar a ver como fomos criados: numa simbiose entre respeito, atenção com os idosos, rigor, honradez e verdade. A trapaça era muito mal vista, e alguns funantes sofreram com isso. Fomos educados na famosa pureza da água da Senhora do Monte, na cristalina transparência, no pão pão, queijo queijo. Foram estes valores que transmiti aos filhos, e espero que continuem para os netos.
E aqui começa o desassossego. A minha filha, até porque a nossa situação económica não é nada folgada, quer vir para casa. Para não gastar tanto, diz, insiste que vai falar com os professores para fazer os exames em casa. Podiam ser enviados pela Internet, em vez do fax, que é mais dispendioso. Não consigo demovê-la. Já lhe expliquei que se fosse deputada, talvez fosse possível e, mesmo assim, não seria para qualquer uma. Ou secretária adjunta de algum ministro, mas isso também seria difícil porque não temos partido: vamos votando.
E as altercações começam a subir de tom. É que ela quer também, médias altas, sem ter de estudar muito, sem ter de passar horas e horas agarrada às sebentas. Como não conheço nem reitor nem vice, ou, pior ainda, ela não tem nenhum professor a dar-lhe quatro cadeiras (quase do género – compra uma leva quatro!), isto está a tornar-se frustrante.
O senhor é o Chefe do Governo e, como tal, respeito-o e considero-o. Agora, não sou, nem devo ser obrigado, a imbecilizar a inteligência. Nem milhares e milhares de jovens que lutam denodadamente para se licenciarem, o devem fazer. Com essa obscuridade de equivalências e de cadeiras por atacado, que o senhor deseja transformar em exemplo, mais um seu ministro, fico com mais um problema: como é que explico aos meus filhos, os nossos antepassados e a pureza da água?
Sabe, sem história, sem exemplos, os valores perdem-se, alteram-se, e começa aí a desgraça, o declínio de um povo: passa a ser a lei do mais forte, de quem está no poleiro, de quem pode condicionar… em última instância, ao absurdo de maioria ser igual a absolutismo. E aqui é grave, muito grave, e não deve ser novidade para si.
Como é que me desenvencilho desta situação? A minha filha fala-me de si. Eu explico-lhe que isso é uma confusão. Que errar é humano, e pôr a culpa em alguém é estratégia, uma refinada estratégia - todos o sabemos!
Entretanto, ela não se cala. Diz que eu é que não quero ver. Que o senhor, em funções de muita responsabilidade e trabalho – trabalho de 24 horas, é o que dizem, ainda fez os exames todos num só semestre, num só mês, praticamente. Só de uma vez, fez quatro. Deve ter sido extenuante, para não dizer sobre-humano. E insiste nisto, porque acha que foi por ter feito em casa, ou no trabalho, fora do expediente, pois claro, como aquele de inglês, entregue depois da data de licenciatura.
Com isto, fico sem argumentos para a minha tradição de rigor, clareza, verdade, para não dizer de igualdade e, claro, perco a disputa. E isso é mau para quem é cumpridor. Fica-se devastado interiormente. Os filhos acham que falhámos, porque lhes ensinámos o caminho mais difícil e não o sol doirado da trapalhada, do vale tudo.
Há um presidente que, com malabarismos de relatórios, justificou uma guerra. O senhor condena-o. Acho muito bem! É assim que deve ser. É pena é ter ficado por aqui. Claro que uma coisa não tem nada a haver com a outra, dir-me-á. Mas tem: é uma questão de comportamento social, de nos sentirmos bem ou mal com a inverdade, com o baralha e torna a dar.
E agora, se não se importa, volto ao meu neto. Como os elefantes, já guardou datas e equivalências que baralharam as nossas conversas. Depois, como é que lhe vou incutir que não se deve copiar nas provas, fazer cábulas, etc., etc. Coisas em que a tentação de estudante é fértil!
Lá voltamos ao tal rigor, que o senhor gosta tanto, mas que vou ter dificuldade de explicar ao miúdo. Ele vai responder-me que com mais verdade ou menos verdade, também ele, sabe-se lá, poderá vir a ser presidente. E, perante isto, faço o quê? Lá vai a tradição, até da boa conduta, por água abaixo. Tantos anos, desde o meu avô, se calhar, desde o avô dele, em sermos pessoas de bem, e depois, por uma trapalhada que não entendo nem tem explicação lógica, desmorona-se um rumo educacional! Passa a haver desculpa para actos menos correctos – acabamos por cair nisso -, desde que depois se vá a votos, se tenha uns milhares de votos e, já está! Vira-se santinho! Será que é por isso que alguns autarcas – inocentes até prova em contrário -, ganharam eleições? Será que o povo já interiorizou que vale tudo e que os votos limpam mais branco? Que a Ética, nem falo na Moral, não tem raiz na Razão e sim no sufrágio dos votos?
Quero crer que não. Por isso lhe peço ajuda. É que isto tem transtornado os nossos serões, para além da situação económica, mas disso não deve ser o culpado! São os estrangeiros! Num aparte: tem alguma coisa a haver com o turismo?
Tem sido desgastante esta dualidade "orwelliana". Outro qualquer funcionário já teria um processo disciplinar, estaria a ser investigado pelas instâncias adequadas, etc. No seu caso, muito pouco se passa: quase somos a "Alice no país das maravilhas". E isto não é bom. Alguém deve ter razão. Não podem ser os dois lados desta moeda enegrecida. Até a democracia fica mal vista! Também não é justo para si! Deve ter razão, mas com essas suspeitas todas, passa a ser o que não quer que achemos que é. E não é justo! Mande logo entrar os cabrestos para recolher a infâmia ­- se for infâmia, para que venha a verdade, presa que está nos curros.
O que começa a doer, é que as pessoas já se aperceberam que o senhor não é o que quiseram fazer de si. Exceptuando os ortodoxos e os fanáticos, o bom senso começa a sofrer.
E lá estou eu, outra vez, metido numa embrulhada: a de explicar que os políticos, se não são sérios, é por uma questão de estratégia, etc., etc.
Assim, Senhor Primeiro-Ministro, como não se quis dar ao trabalho de solicitar uma sindicância, uma investigação (o nome, era consigo: também não é por aí!), independente – independentíssima, para apurar os factos relativos à sua licenciatura, ao menos incentive a senhora Procuradora a ser célere. É certo que está um pouco esquecido e baralhado, já lá vão uns anos, mas há todo o interesse de não se andar a arrastar este episódio. É que nunca mais tenho sossego, e há outros assuntos para conversar!
Lembrei-me agora. Porque não põe em tribunal a UNI, já que é ela que baralha os documentos (não é ela que os passa? Ou não será?), mais os jornais e os "blogues" que andam a mostrar coisas em que a bota não bate com a perdigota?
Para não falar noutra solução que lhe granjearia prestígio: candidatar-se ao exame, ou lá o que é, à Ordem dos Engenheiros. Inteligente como é, fazia-o com uma perna às costas, com distinção e matava a coutada inteira. Esta é uma boa ideia, não acha?
Isto resolvia-se, e eu tinha menos um problema para educar o meu neto!
Esperançado de que encontre tempo para atender o meu pedido


Seu
Valério Guerra

quarta-feira, 9 de maio de 2007

FOTO FANTÁSTICA


Em 26 de Janeiro de 2006 em Perth, na Austrália, uma multidão juntou-se numa praia local para testemunhar um espectáculo de fogo-de-artifício.

Entretanto, uma trovoada começou a aparecer do lado direito.
Mas o mais inesperado, foi entre estas duas manifestações de luz aparecer uma terceira, o Cometa McNaught, visível no hemisfério sul.

Um autêntico três-em-um que resultou nesta foto fantástica.



DO ATESTADO MÉDICO EM ANGOLA ... À AMBULÂNCIA DE RECURSO

Atestado ... pelo Kimbanda



... e transportado de Urgência pelo ... "INEM"

BARBEIRO DE BEJA


terça-feira, 8 de maio de 2007

MADELEINE BETH McCANN


Se viu esta menina, contacte

282 405 400

If you saw this girl, contact

00351 282 405 400


Pormenor inconfundível do olho direito de Madeleine McCann

(pupila derramada para a íris)

Madeleine Beth MacCann ia completar 4 anos (nasceu em 12-05-2003), desaparecida do resort The Ocean Club, na Praia da Luz, em Lagos, Algarve, em 03-05-2007, à noite.

Madeleine Beth McCann, almost 4 yars old, (she was born 12-05-2003) disappeared from The Ocean Club resort, Lagos, Praia da Luz, Algarve, Portugal ins the evening of May 3, 2007

PORTUGAL - NEM ESQUERDA NEM DIREITA ... O QUE TEMOS É CORRUPÇÃO!



Durão Barroso, Santana Lopes, e José Sócrates fizeram da governação uma quinta. HÁ DÚVIDAS?

Uma auditoria do Tribunal de Contas arrasou o governo e pôs a nu as causas verdadeiras do défice nas contas públicas.
Há anos que andamos a ser sacrificados e o pretexto é o do défice das contas públicas.
Para reduzir o défice das contas públicas, o governo não encontra outras soluções que não sejam as de fechar centros de saúde, maternidades, urgências hospitalares, escolas, consulados, e tantos outros serviços necessários às pessoas.
Nestes apertos, o interior do país tem sido o principal sacrificado, retirando-lhe o pouco que tem.
Na sanha da poupança, o governo aumenta os impostos, encarece serviços de saúde, reduz pensões, encarece medicamentos, tudo numa cata ao dinheiro do pobre, esmifrando tudo o que pode.
Não contente com as contas, o governo atirou-se aos funcionários públicos como se eles não fossem necessários e não prestassem serviços.
Pois agora, caiu a máscara. O relatório do Tribunal de Contas é claro e arrasador.
Os governos de Durão Barroso, de Santana Lopes, de José Sócrates fizeram da governação uma quinta, trataram-se, tratam-se como nababos. Verdadeiros esbanjadores da riqueza pública.
Consta no relatório do Tribunal de Contas que “os gabinetes ministeriais dos últimos três governos gastaram, entre 2003 e 2005, 12,8 mil milhões de euros”.
Isso mesmo: 12,8 mil milhões de euros. Uma soma astronómica!
Cada português paga 430 euros por ano para financiar os gastos com os gabinetes do governo. São os salários dos assessores, os pedidos de pareceres e a contratação de especialistas. Tudo feito sem controlo.” Uma anarquia! Os gabinetes ministeriais tornaram-se máquinas devoradoras de dinheiro público! Uma gamela onde se come à grande!
É um rosário de nomeações, gente amiga. “Durão Barroso fez 72 nomeações e terminou com 62; Pedro Santana Lopes começou com 108 nomeações e acabou com 80 pessoas; José Sócrates é apontado como o campeão das nomeações, 148”.
Foi José Sócrates que se apresentou como o moralista, o disciplinador.
Agora imagine-se se este ex-engenheiro não primasse pela excelência e pelo rigor (que ao que parece apenas se aplica aos outros, não a ele)
“Da astronómica verba, 12,8 mil milhões de euros, 216,3 milhões foram gastos em despesas de funcionamento, ou seja, papel, lapiseiras, clips, contas da água e da luz, telefones, etc.”
A fatia de leão dos gastos foi para “salários e outras retribuições para secretárias, motoristas, assessores (alguns com ordenados escandalosos), conselheiros, chefes de serviço, especialistas diversos, técnicos, juristas, em síntese, o chamado pessoal político”, uma corte de muita gente. Gente amiga.
Tudo pago pelo Zé.
Mas o espantoso deste regabofe é que os políticos responsáveis por este esbanjar são os mesmos que apregoam em público austeridade, rigor, eficiência administrativa, qualificação.
Os números do desmando são esmagadores. Em três anos (2003 a 2005) a despesa total movimentada pelos gabinetes do governo atingiu o valor de 12,8 mil milhões de euros”. Para se ter uma ideia: "os gastos dos ministérios davam para construir três aeroportos da Ota e uma dezena de pontes iguais à Vasco da Gama. "
Cada português teve de pagar do seu bolso 430 euros por ano para financiar o funcionamento dos gabinetes do governo. Estamos a falar de despesas que dizem respeito a ordenados com assessores, chefes de gabinete, pagamento de pareceres e contratação de especialistas”.
São 250 gabinetes governamentais que foram auditados pelo Tribunal de Contas e que empregaram 1303 assessores, técnicos, consultores e especialistas durante três anos.
“José Sócrates foi o primeiro-ministro em causa que mais nomeações fez para o seu gabinete, 148 nomeações”.
O “reformista” que despede funcionários públicos para entregar serviços a privados. Com estas políticas, com governantes deste calibre, o país não sairá da cepa torta, continuaremos mergulhados em sacrifícios insuportáveis.
Com tanto dinheiro gasto, quantos centros de saúde, hospitais, urgências, escolas se poderiam construir e manter em funcionamento, abertos às necessidades das populações e com bom serviço?
Os impostos que pagamos servem para alimentar um sistema político ineficaz, incompetente, esbanjador.
Deus nos proteja.