BEM-VINDOS A ESTE ESPAÇO

Bem-Vindos a este espaço onde a temática é variada, onde a imaginação borbulha entre o escárnio e mal dizer e o politicamente correcto. Uma verdadeira sopa de letras de A a Z num país sem futuro, pobre, paupérrimo, ... de ideias, de políticas, de educação, valores e de princípios. Um país cada vez mais adiado, um país "socretino" que tem o seu centro geodésico no ministério da educação, no cimo do qual, temos um marco trignométrico que confundindo as coordenadas geodésicas de Portugal, pensa-se o centro do mundo e a salvação da pátria.
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quinta-feira, 7 de junho de 2007

PROFESSORA DOENTE OBRIGADA A TRABALHAR

Aveiro : Dada como apta para o serviço
Professora doente morre a trabalhar



Teresa Silva diz que os últimos dias da mãe, Manuela Estanqueiro, professora de Educação Tecnológica em Aveiro, foram marcados pelo sofrimento

Uma professora da Escola Básica 2/3 de Cacia, em Aveiro, a quem há pouco mais de um ano tinha sido diagnosticada uma leucemia, morreu no passado sábado, sem que a aposentação, pela qual batalhara, tivesse sido oficialmente decretada.

Manuela Estanqueiro, de 63 anos, tinha sido notícia no CM em Fevereiro, quando a Caixa Geral de Aposentações (CGA) a obrigou a regressar ao trabalho, sob pena de perder o vencimento.

quarta-feira, 6 de junho de 2007

ALCOCHETE

Para quem pensava que José Sócrates não é um polivalente ...


terça-feira, 5 de junho de 2007

MARGEM SUL - UM EXEMPLO A SEGUIR

O metro para a Margem Sul já está a funcionar

segunda-feira, 4 de junho de 2007

EXEMPLAR - OBRIGADA A TRABALHAR PARA MORRER MAIS DEPRESSA

Foto retirada de wehavekaosinthegarden
MORREU A MANUELA ESTANQUEIRO

A Manuela Estanqueiro foi minha vizinha e colega em Aveiro, da mesma escola secundária, antes de se mudar para Cacia.

A Manuela é aquela professora que tendo uma leucemia, foi obrigada a ir trabalhar há 3 meses atrás, quando já se encontrava em estado terminal.

Hoje, foi a enterrar às 15.30h

À Teresa, sua filha e ainda minha colega de escola, o meu sentido pesar pelo acontecimento.Este é o Ministério da Educação que temos, a humanidade e o carinho que todos sentimos diariamente.

Assim, sim, até dá vontade de trabalhar!!!E depois não querem que se chamem nomes ou falem mal dos ministros.

Se o Pluto é filho da Pluta, porque razão a Ministra e o Sócrates também não podem ser filhos das suas mães?

ISTO FAZ-SE?

CAMBADA de IRRESPONSÁVEIS e INCOMPETENTES que desgovernam este país e nos sequestram e amordaçam. É o MÍNIMO!!!!!

Em 22/02/2007, a notícia vinha AQUI


Com leucemia - Professora obrigada a dar aulas

Uma docente da Escola EB 2/3 de Cacia, em Aveiro, que se encontrava de baixa há cerca de dois anos, após lhe ter sido diagnosticada uma leucemia, foi obrigada pela Caixa Geral de Aposentações a regressar ao serviço para cumprir um período mínimo de 31 dias de trabalho. Manuela Estanqueiro, de 63 anos, tinha pedido para ser aposentada por incapacidade, mas, após uma junta médica realizada em Novembro, não só viu a pretensão recusada como teve a baixa médica suspensa e ordem para voltar ao serviço, sob pena de perder o vencimento. "Sinto-me muito injustiçada. Sei que há quem faça de conta que está doente, mas esse não é, infelizmente, o meu caso", salientou a professora ao CM.

ATESTADO ATÉ NOVA JUNTA

O período mínimo exigido terminou anteontem e Manuela Estanqueiro está actualmente de atestado médico, até poder ir a nova junta médica. "Estes 31 dias foram de extrema agonia e cheguei a desmaiar em plena sala de aula, para além de ter de descansar nos intervalos. Só consegui ultrapassar este sofrimento porque tive sempre o apoio dos colegas, da escola e da Direcção Regional de Educação do Centro."

A decisão da Caixa Geral de Aposentações deixou a docente de educação tecnológica "abalada psicologicamente". "Depois de meses de quimioterapia, era o pior que me podia acontecer", diz. Manuela Estanqueiro diz que não a preocupa o facto de lhe recusarem a aposentação " da qual já apresentou recurso" só não entende como a podem considerar capaz para o serviço, quando tem uma doença grave diagnostica.

Por causa de tudo isto, viu a baixa revogada, quando "a tinha até Outubro de 2008".


Que na morte possa ter a Paz que este governo vergonhosa e ordinariamente lhe ROUBOU nos últimos meses de vida.

Até aos seus colegas, na casa onde ela serviu o Estado durante anos, NÃO LHES FOI PERMITIDO uma mísera dispensa de 1 hora para a acompanhar à sua última morada.


Um NOJO.


Que Deus não bata à porta de familiares da Ministra da Educação nem do primeiro ministro José Sócrates que o que sabe de melhor é tirar Diplomas na Farinha Amparo.

Para aí, tem a esperteza toda.

PROFESSORA COM LEUCEMIA, OBRIGADA A DAR AULAS

Há 3 meses, a Professora Manuela Estanqueiro, minha vizinha e colega de escola até há pouco tempo, foi obrigada a ir trabalhar sob pena de perder o vencimento. Ficou sem a baixa médica que mantinha há quase 2 anos por causa de uma doença grave que lhe foi detectada - LEUCEMIA.
Hoje, 4 de Junho às 15.30 horas, a Manuela Estanqueiro foi a sepultar no Cemitério da Gafanha da Nazaré, em Aveiro.
Este é o Governo que temos, o Ministério da Educação que temos, o sentido de humanismo que nos transmite. Não é coisa para admiração depois da Ministra ter dito aos professores que as faltas por nojo, penalizam qualquer um na avaliação escolar. Professor que lhe morra um filho, um pai ou o cônjuge, tem de ir dar aulas, se for ao funeral, fica penalizado.
Sem querer mal à Ministra, gostava de saber como ela faria se esse azar lhe batesse à porta.
Tal como o Sócrates que quer a excelência e o rigor, ... mas é para os outros.
Quem não conhece o seu diploma que lhe saiu na Farinha Amparo a um Domingo?
Sinto-me REVOLTADO!
Sinto-me ENOJADO!


22/02/2007
- Professora com leucemia, obrigada a dar aulas

Uma docente da Escola EB 2/3 de Cacia, em Aveiro, que se encontrava de baixa há cerca de dois
anos, após lhe ter sido diagnosticada uma leucemia, foi obrigada pela Caixa Geral de Aposentações a regressar ao serviço para cumprir um período mínimo de 31 dias de trabalho.
Manuela Estanqueiro, de 63 anos, tinha pedido para ser aposentada por incapacidade, mas, após uma junta médica realizada em Novembro, não só viu a pretensão recusada como teve a baixa médica suspensa e ordem para voltar ao serviço, sob pena de perder o vencimento.“Sinto-me muito injustiçada.
Sei que há quem faça de conta que está doente, mas esse não é, infelizmente, o meu caso”, salientou a professora ao CM.

ATESTADO ATÉ NOVA JUNTA

O período mínimo exigido terminou anteontem e Manuela Estanqueiro está actualmente de atestado médico, até poder ir a nova junta médica. “Estes 31 dias foram de extrema agonia e cheguei a desmaiar em plena sala de aula, para além de ter de descansar nos intervalos. Só consegui ultrapassar este sofrimento porque tive sempre o apoio dos colegas, da escola e da Direcção Regional de Educação do Centro.”A decisão da Caixa Geral de Aposentações deixou a docente de educação tecnológica “abalada psicologicamente”. “Depois de meses de quimioterapia, era o pior que me podia acontecer”, diz.

Manuela Estanqueiro diz que não a preocupa o facto de lhe recusarem a aposentação – da qual já apresentou recurso – só não entende como a podem considerar capaz para o serviço, quando tem uma doença grave diagnostica.
Por causa de tudo isto, viu a baixa revogada, quando “a tinha até Outubro de 2008”.

O MEDIATISMO COM MADDIE - AS CRIANÇAS SÃO TODAS IGUAIS?

A COMPAIXÃO MEDIÁTICA: TODAS AS CRIANÇAS SÃO IGUAIS?

Ian McEwan, no seu belíssimo romance Sábado, denuncia como uma das complicação da condição moderna, o fenómeno a que chama o círculo em expansão da compaixão moral.
Esta minha reflexão sobre o que aconteceu a Maddie não é, nem poderia ser, sobre o fundo da questão, o drama dos pais, a angústia da dúvida sobre o estado da criança, o sofrimento generalizado. Não. É sobre a forma que reflicto.
Talvez por pensar, como McEwan, que as reservas de compaixão de cada um são limitadas. Vão-se gastando. Gastam-se mais depressa sob o efeito da constante banalização do sofrimento que os media, particularmente a televisão, instituem diariamente. O excesso indiscriminado de informação sobre a desgraça alheia vai dando lugar a sentimentos de conformismo, uma passividade de espectador que nos afasta da verdadeira compaixão.
O modo como o desaparecimento de Maddie se tornou, imediatamente, um caso nacional assentou, quase só, em más razões. O nosso complexo de inferioridade, a nossa baixa auto-estima que nos colocou, voluntariamente, sob o escrutínio da opinião pública inglesa. O nosso provincianismo, desatado pelas manchetes na imprensa internacional. O medo do que irão dizer e pensar de nós. De repente, Portugal torna-se um país perigoso, o Algarve um antro de malfeitores, a nossa polícia uns incompetentes, as nossas técnicas obsoletas, os nossos meios para actuar ridículos.
O país entrou em competição consigo mesmo. Todos os dias, um novo par de olhos se junta à galeria de notáveis que nos observam, críticos e impiedosos. Li recentemente que Carlos e Camila acabam de se pôr na lista. Outro dia, zapando, vi e ouvi um esganiçado súbdito britânico que, comentando uma iniciativa da nossa polícia, afirmava que se fosse em Inglaterra tal iniciativa já teria sido tomada há muito tempo.
Para quem não queira ajudar a esta perversão informativa, que nos afasta do essencial - e o essencial é Maddie - e desgasta o melhor da genuína compaixão, a que partilha sentimentos e não tablóides, três notas úteis.
A primeira para lembrar que uns pais portugueses que deixassem sozinhos três filhos de tão tenra idade, mesmo que por motivos de força maior, como o de ganhar o pão de cada dia, seriam considerados pelas instâncias competentes (comissões de protecção, curadores, juízes...) como negligentes, senão mesmo incapazes. Ao que parece em Inglaterra não é assim.
Esta minha reflexão sobre o que aconteceu a Maddie não é, nem poderia ser, sobre o fundo da questão, o drama dos pais, a angústia da dúvida sobre o estado da criança, o sofrimento generalizado. Não. É sobre a forma que reflicto. Talvez por pensar, como McEwan, que as reservas de compaixão de cada um são limitadas. Vão-se gastando. Gastam-se mais depressa sob o efeito da constante banalização do sofrimento que os media, particularmente a televisão, instituem diariamente. O excesso indiscriminado de informação sobre a desgraça alheia vai dando lugar a sentimentos de conformismo, uma passividade de espectador que nos afasta da verdadeira compaixão.
O modo como o desaparecimento de Maddie se tornou, imediatamente, um caso nacional assentou, quase só, em más razões. O nosso complexo de inferioridade, a nossa baixa auto-estima que nos colocou, voluntariamente, sob o escrutínio da opinião pública inglesa. O nosso provincianismo, desatado pelas manchetes na imprensa internacional. O medo do que irão dizer e pensar de nós. De repente, Portugal torna-se um país perigoso, o Algarve um antro de malfeitores, a nossa polícia uns incompetentes, as nossas técnicas obsoletas, os nossos meios para actuar ridículos. O país entrou em competição consigo mesmo.
Todos os dias, um novo par de olhos se junta à galeria de notáveis que nos observam, críticos e impiedosos. Li recentemente que Carlos e Camila acabam de se pôr na lista. Outro dia, zapando, vi e ouvi um esganiçado súbdito britânico que, comentando uma iniciativa da nossa polícia, afirmava que se fosse em Inglaterra tal iniciativa já teria sido tomada há muito tempo. Para quem não queira ajudar a esta perversão informativa, que nos afasta do essencial - e o essencial é Maddie - e desgasta o melhor da genuína compaixão, a que partilha sentimentos e não tablóides, três notas úteis.

A primeira para lembrar que uns pais portugueses que deixassem sozinhos três filhos de tão tenra idade, mesmo que por motivos de força maior, como o de ganhar o pão de cada dia, seriam considerados pelas instâncias competentes (comissões de protecção, curadores, juízes...) como negligentes, senão mesmo incapazes. Ao que parece em Inglaterra não é assim.

A segunda diz respeito ao número crescente de crianças que, cada ano, desaparecem sem deixar rasto, no espaço da União Europeia: 35 mil, segundo há uns meses denunciou o Comissário Europeu responsável pala infância. É de admitir que muitas sejam raptadas por redes de pedofilia e levadas para outros países onde as espera uma vida de escravatura e terrível sofrimento. O comissário europeu fez um veemente apelo mas quase ninguém deu por isso...
Em termos absolutos e relativos, Portugal está muito aquém do Reino Unido no que se refere ao desaparecimento de crianças e aos resultados obtidos pelos respectivos dispositivos policiais. Grande parte dos pedófilos que gozam as doçuras climatéricas do nosso Algarve são de nacionalidade inglesa.

A terceira refere-se à vida quotidiana de milhares de crianças portuguesas cuja situação é de verdadeiro perigo e não de mero risco. Para além daquelas (largos milhares) que integram as famílias que vivem em estado de pobreza persistente, um número crescente de crianças portuguesas é posto em situação de perigo pelos próprios pais. Um quarto dos quais tem menos de 18 anos, fracas ou nenhumas capacidades parentais e estilos de vida que os levam da rua para a prisão e da prisão para a rua onde se dedicam a actividades ilícitas. Cresce, assustadoramente, o fenómeno do abandono. Continuamos sem saber ao certo quantas crianças estão institucionalizadas e em que condições.
O instituto da adopção continua emperrado. A falta de meios, a multiplicidade de actores e a burocracia impedem, frequentemente, procedimentos expeditos.
Estas crianças estão, à partida, condenadas a não ter futuro. De vez em quando, noticiam a morte de uma delas às mãos da própria família. Perpassa uma tão forte como efémera comoção. Não dá para mais. Essa criança não é inglesa. Carlos e Camila não sabem que ela existe.
É esta realidade, portuguesa, nossa, que nos devia envergonhar a todos. O Governo, o Parlamento, os cidadãos. Perante o escrutínio internacional mas, sobretudo, o da nossa própria consciência.

Maria José Nogueira Pinto
jurista

MICAELA REIS - MISSE ANGOLA 2007



LINDA, não é verdade?

BELEZAS E COSTUMES DE ANGOLA

Lavadeiras nas margens do rio Quanza

Muila com o filho ao colo

Calumbo - Dia de Mercado


Mucubal - foto tirada em 26 Setembro de 1957


Penteados do sul de Angola



Celeiros numa aldeia de Maquela do Zombo



Muilas do sul de Angola



sexta-feira, 1 de junho de 2007

A CONTENÇÃO SALARIAL

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Ao mesmo tempo que, segundo números da Comissão Europeia, o poder de compra dos trabalhadores portugueses registou, em 2006, a maior descida dos últimos 22 anos, a CMVM anunciou que, entre 2000 e 2005, os vencimentos dos administradores das empresas cotadas em bolsa duplicaram (e nas empresas do PSI 20 mais que triplicaram!).
Isto é, enquanto pagam aos seus trabalhadores dos mais baixos salários da Europa a 25 (e todos os dias reclamam, sob a batuta do governador do Banco de Portugal, por "contenção salarial" e "flexibilidade"), esses administradores duplicam, ou mais que triplicam, os próprios vencimentos, vampirizando os accionistas e metendo ao bolso qualquer coisa como 23,9% (!) dos lucros das empresas.
Recorde-se que o Estado é accionista maioritário ou de referência em muitas dessas empresas, como a GALP, a EDP, a AdP, a REN ou a PT, cujas administrações albergam "boys" e "girls" vindos directamente da política partidária (cada um atribuindo-se a si mesmo, em média, 3,5 milhões de euros por ano!).
Se isto não é um ultraje, talvez os governos que elegemos (e o actual é, presumivelmente, socialista) nos possam explicar o que é um ultraje.
O mais certo, porém, é que se calem e continuem a pedir "sacrifícios" aos portugueses.
A que portugueses?
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domingo, 27 de maio de 2007

1ª MARAVILHA DE PORTUGAL

Terminou a votação e foi eleita ...

A 1ª Maravilha de Portugal....
(Na rotunda da Boavista, na cidade do Porto)

"NA MARGEM SUL SÓ CONHECEMOS ESTE CAMELO" (CARTAZ)

Para ser sincero, até penso que o camelo acaba por sair muito favorecido no cartaz. As duas bossas só o favorecem.
Ou muito me engano ou o sr. eng. Mário Lino, engenheiro civil inscrito na Ordem do Engenheiros e recente "entretainer" de congressos de economistas e de reuniões de autarcas, vai ver-lhe cair em cima um conjunto de processos de todos os indivíduos da margem sul sem pernas, sem braços, sem dedos, sem olhos e com cancro nos pulmões. Nem quero imaginar
Só o ministro Manuel Pinho lhe lhe poderia valer se andasse bem. Já nem o Dr. Almeida Santos que consegue estar ainda mais taralhoco que o Dr. Mário Soares.
Coitados!!

sábado, 26 de maio de 2007

SERÁ PORTUGAL UM DESERTO A SUL DO TEJO? ... JAMAIS ... JAMAIS!!

Depois de Mário Lino mostrar ser um excelente entertainer de almoços e de convívios de autarcas do Oeste, começam a surgir pelo país empresas dispostas a organizar, para os próximos dias, passeios ao Oásis de Alcochete.
A concentração está prevista para a porta do Ministério das Obras Públicas – à Sé – de onde partirá a caravana de jipes 4X4 que atravessará a Ponte Vasco da Gama com destino ao Deserto a Sul do Tejo.
A primeira paragem será na Área de Serviço da Margem Sul, onde experientes motoristas necessitam baixar a pressão dos pneus, necessária à circulação nas dunas.
O trajecto até ao Oásis, onde serão servidos carapaus assados e enguias do Tejo, poderá ser feito, por escolha e conveniência dos participantes, quer continuando na caravana de jipes ou em dromedário (uma só bossa), o que torna a aventura muito mais excitante, pois tirando os beduínos tratadores e a areia, os participantes não encontrarão: "pessoas, escolas, hospitais, hotéis, indústria ou comércio"!
Reunidos os participantes será servido o almoço, em tendas, com pratos tradicionais do Oásis Alcochete. À tarde, a seguir ao pôr-do-sol no deserto – espectáculo sempre deslumbrante – será servido um chá de menta, após o que, a caravana regressa nos jipes, com paragem na área de Serviço da Ponte Vasco da Gama, para reposição da pressão dos pneus.

ALERTA: O tempo urge. Segundo as sábias e oportunas declarações do Dr. Almeida Santos, M. I. Presidente do PS as pontes são alvos dos terroristas pois podem ser dinamitadas a qualquer momento, pelo que, não se devendo construir novas, devemos aproveitar as que temos, enquanto estão de pé.
Vale a pena um passeio a esta inesquecível aventura ao Deserto a Sul do Tejo!
ATENÇÃO
: A cada participante será exigida uma declaração por escrito onde se comprometem, durante toda a aventura, a não referir qualquer das seguintes palavras jocosas: diploma, curso, Independente, engenheiro, fax e inglês técnico.

Um passeio que nunca mais vai esquecer. JAMAIS ... JAMAIS ... JAMAIS!!!!

segunda-feira, 21 de maio de 2007

LICENCIATURA DA FARINHA AMPARO


Um professor de Inglês que trabalhava há quase 20 anos na Direcção Regional de Educação do Norte (DREN), foi suspenso de funções por ter comentado licenciatura de Sócrates

Começo, de facto, a ficar preocupado.
Já algum português não comentou a pouca vergonha que foi a forma como um primeiro ministro que exige rigor e excelência conseguiu o seu diploma de licenciado em Engenharia Civil sem que primeiro não se tivesse feito passar por Engenheiro, utilizando esse título em postais da Secretaria de Estado do Ambiente para, promiscuamente, conseguir os seus intentos ?
Mas, na roleta, calhou o professor de inglês da DREN. Que este caso, sirva de exemplo, portanto, para todos os portugueses.
Sem esquecer, obviamente, a falsificação das assinaturas na Assembleia da República e o Diploma falsificado que apareceu na Câmara Municipal da Covilhã por uma Universidade dirigida por um reitor (que parece que era-mas-não-era) preso igualmente por falsificação de documentos.

Para não ir mais longe, porque não foram exercidas essas represálias junto do Ministro das Obras Públicas Mário Lino que GOZOU com o Sócrates em plena reunião autárquica ("sou eng, inscrito na Ordem") ou com Marcelo Rebelo de Sousa que disse que o diploma de Sócrates foi conseguido na farinha amparo, sem menosprezo, obviamente, pela Farinha Amparo que não tem culpa nenhuma das cambalhotas e pouca seriedade do primeiro ministro que temos?

domingo, 20 de maio de 2007

PORTUGAL - SOMOS UM PAÍS DE VERDADEIRAS METAMORFOSES

NADA SE CRIA ...
NADA SE PERDE ...
TUDO SE TRANSFORMA !!!

Dúvidas?

AVES, PINTOS E NECAS, É TUDO DA FAMÍLIA DO APINTO DOURADO


Isto é de facto uma VERGONHA.


Estamos a falar, obviamente do jogo FCPorto - Aves, ONDE se decide, esta tarde, o título de Campeão Nacional de Futebol

Não se compreende como é possível ter a desfaçatez de umas declarações públicas como estas.

Num clube como o Desportivo das Aves, parte interessada numa vitória num jogo fundamental como este, ter um treinador que antecipadamente vem declarar, ALTO E EM BOM SOM, para quem o quiser ouvir numa conferência de imprensa, e sem vergonha naquela cara, que o seu desejo é o de que o FCPorto seja campeão, porque tem lá muitos amigos, porque está à frente há 28 jornadas, réubéubéu, réubéubéu ...

E, MAIS GRAVE AINDA, é que ele não fala em seu nome pessoal, NÃO: "desejamos".

Quem? Eu, não decerteza. Então QUEM? Ele e os jogadores? Ele e a Direcção? ... "Desejamos" QUEM?

Onde é que anda a Polícia Judiciária?

Bem que podem chamar a Maria Josá Morgado que isto não tem conserto. Este é um país dourado para Apitos e para Casas Pias. A corrupção instalada tomou conta deste país.

E vai uma apostazinha em como NENHUM JORNALISTA vai MAIS levantar o véu por causa destas infelizes, promíscuas e vergonhosamente corruptas declarações?

Nem a Polícia Judiciária!!!!!

É HOJE QUE SE DECIDE QUEM É O CAMPEÃO NACIONAL DE FUTEBOL

Hoje é o dia "D".
Mais logo, saberemos quem ganhou o Campeonato Nacional.
Até que ponto o Apito Dourado ainda controla estruturas futeboleiras ...
Até que ponto as influências dos "Paratys" e dos "Joões Ferreiras" foram importantes no resultado final...
Mesmo prejudicado pelo golo com a mão da equipa da "Capital do Móvel", o Sporting Clube de Portugal, poderia de facto, por si só, ter arrumado há mais tempo esta decisão do último dia.
ahhh ... não acham curioso que o Luís Filipe Vieira ande a pedir castigos exemplares para quem andou a telefonar para os árbitros quando ELE PRÓPRIO foi apanhado pela PJ a telefonar ao Valentim Loureiro e ao Pinto de Sousa por causa de arbitragens (escolher árbitros) do Benfica para a Taça de Portugal?
Ou somos todos PARVOS ou o homenzinho está a sofrer de Doença de Alzheimer.
Bonito!!!!

sexta-feira, 18 de maio de 2007

ORDENADOS EM ATRASO - ESCÂNDALO

Ordenados em atraso - mais um escândalo!
Mais um escândalo de ordenados em atraso...
O FCPorto deixou de pagar aos árbitros!

ECO QUÊ? ... ECOTERAPIA!

Estudo britânico diz que caminhar no campo diminui depressão e aumenta auto-estima
Investigadores da Universidade de Essex (Inglaterra) - coordenados por Rachel Hine e Jules Pretty do Departamento de Ciências Biológicas - compararam, em 20 pessoas com depressão, os efeitos de passeios a pé de 30 minutos num parque e de caminhadas da igual duração num centro comercial da cidade.

Segundo a Mind, uma associação de caridade britânica especializada em problemas de saúde mental e que encomendou os estudos, os resultados provam que a ecoterapia deve ser considerada "uma opção de tratamento adequada".
Depois dos passeios a pé na natureza, o nível de depressão de 71 por cento dos participantes baixou e a auto-estima aumentou em 90 por cento. Em contraste, entre os que caminharam num centro comercial, só 45 por cento mostraram uma diminuição do nível da depressão e 22 por cento um aumento.
Além disso, 50 por cento destas pessoas ficaram mais tensas e 44 por cento perderam auto-estima.
A Universidade de Essex fez um segundo estudo em que interrogou 108 pessoas com vários problemas mentais sobre os resultados das suas experiências de ecoterapia.
Para 94 por cento dos inquiridos, as actividades ao ar livre melhoraram-lhes o estado de saúde mental e 90 por cento indicaram que o exercício tinha melhores efeitos quando associado à natureza
Para Ricardo Gusmão, professor de Psiquiatria na Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Nova de Lisboa, "o exercício físico determina alterações no metabolismo e funcionamento do cérebro que provocam melhoria no humor de modo agudo, mas também sustentado no tempo".
"Nessa medida, qualquer exercício físico tem um efeito antidepressivo, sendo que é património do bom senso que a vida ao ar é mais saudável do que no meio urbano", afirmou este especialista em depressão. O que é novo, referiu, "é a confirmação deste último aspecto por via da investigação científica".
Porém, o estudo é omisso quanto ao que opera efectivamente a diferença: "A ausência de poluição ambiental? A mudança de rotina ou a confirmação dessa mesma rotina nos resultados negativos de quem passeia nos centros comerciais? Quais os estímulos benéficos e quais os prejudiciais?", interroga-se Ricardo Gusmão.
Na óptica de Paul Farmer, director da Mind, a ecoterapia é "uma opção de tratamento credível, clinicamente válida, que devia ser prescrita pelos médicos, particularmente quando para muitas pessoas o acesso a alternativas aos antidepressivos é muito limitado". "Não estamos a dizer que a ecoterapia deve substituir os medicamentos, mas que o debate deve ser alargado", sublinhou. "Seria muito mais barata do que os medicamentos anti-depressivos, não teria efeitos secundários e estaria ao alcance de qualquer um".
Não há dados sobre a prevalência de depressão na população geral em Portugal, mas segundo o Censo Psiquiátrico de 2001, cerca de 20 por cento dos utentes dos cuidados de saúde primários são pessoas com todos os tipos de depressão

CHINESISSES ...

Growing up I have heard about this among my grandmother/greatmother..but have never seen this..OUCH!
So you think that your shoes are uncomfortable
Para quem pensa que tem uns sapatos pouco confortáveis ...




As mulheres têm com cada ideia ...

segunda-feira, 14 de maio de 2007

A ORIGEM DE @ (ARROBA)


Os Copistas medievais e o século XXI.
Cultura e curiosidades…

Na idade média os livros eram escritos à mão pelos copistas. Precursores da taquigrafia, os copistas simplificavam o trabalho substituindo letras, palavras e nomes próprios, por símbolos, sinais e abreviaturas. Não era por economia de esforço nem para o trabalho ser mais rápido.
O motivo era de ordem económica: a tinta e o papel eram valiosíssimos.
Foi assim que surgiu o til (~), para substituir uma letra (um 'm'ou um 'n') que nasalizava a vogal anterior. Um til é um "enezinho" sobre a letra. O nome espanhol Francisco, que também era grafado 'Phrancisco', ficou com a abreviatura 'Phco' e 'Pco'. Daí que foi fácil o nome Francisco ganhar em espanhol o diminutivo Paco.
Os santos, ao serem citados pelos copistas, eram identificados por um feito significativo em suas vidas. Assim, o nome de São José aparecia seguido de 'Jesus Christi Pater Putativus', ou seja, o pai putativo (suposto) de Jesus Cristo. Mais tarde os copistas passaram a adoptar a abreviatura 'JHS PP' e depois 'PP'. A pronúncia dessas letras em sequência explica porque José em espanhol tem o diminutivo de Pepe.
Já para substituir a palavra latina 'et' ('e'), os copistas criaram um símbolo que é o resultado do entrelaçamento dessas duas letras: &. Esse sinal é popularmente conhecido como 'e' comercial e, em inglês, tem o nome de ampersand, que vem do 'and' ('e' em inglês) + 'per se' (do latim 'por si') + 'and'.
Com o mesmo recurso do entrelaçamento de letras, os copistas criaram o símbolo @ para substituir a preposição latina 'ad', que tinha, entre outros, o sentido de 'casa de'. Veio a imprensa, foram-se os copistas, mas os símbolos @ e & continuaram a ser usados nos livros de contabilidade. O @ aparecia entre o número de unidades da mercadoria e o preço; por exemplo, o registo contabilístico '10@£3' significava '10 unidades ao preço de 3 libras cada uma'.
Nessa época o símbolo @ já ficou conhecido como, em inglês, 'at' ('a' ou 'em').
No século XIX, nos portos da Catalunha (nordeste da Espanha), o comércio e a indústria procuravam imitar práticas comerciais e contabilísticas dos ingleses.
Como os espanhóis desconheciam o sentido que os ingleses atribuíam ao símbolo @, supuseram, por engano, que o símbolo seria uma unidade de peso.
Para este entendimento contribuíram duas coincidências:
1- A unidade de peso comum para os espanhóis na época era a arroba, cujo 'a' inicial lembra a forma do símbolo.
2- Os carregamentos desembarcados vinham frequentemente em fardos de uma arroba. Dessa forma, os espanhóis interpretavam aquele mesmo registo de '10@£3' como 'dez arrobas a 3 libras cada uma'. Então, o símbolo @ passou a ser usado pelos espanhóis para significar arroba.
Arroba veio do árabe ar-ruba, que significa 'a quarta parte': arroba (15 kg em números redondos) correspondia a 1/4 de outra medida de origem árabe (quintar), o quintal (58,75 kg).
As máquinas de escrever, na sua forma definitiva, começaram a ser comercializadas em 1874, nos Estados Unidos (Mark Twain foi o primeiro autor a apresentar seus originais dactilografados). O teclado tinha o símbolo '@', que sobreviveu nos teclados dos computadores.
Em 1972, ao desenvolver o primeiro programa de correio electrónico (e-mail), Roy Tomlinson aproveitou o sentido '@' ('at' em inglês), disponível no teclado, e utilizou-o entre o nome do usuário e o nome do provedor. Assim Fulano@ProvedorX passou a significar 'Fulano no provedor (ou na casa) X'.
Em diversos idiomas, o símbolo '@' ficou com o nome de alguma coisa parecida com sua forma. Em italiano chiocciola (caracol), em sueco snabel (tromba de elefante), em holandês, apestaart (rabo de macaco). Noutros idiomas, tem o nome de um doce em forma circular: shtrudel em Israel, strudel na Áustria, pretzel em vários países europeus.

domingo, 13 de maio de 2007

JORNAL RECORD - UM PASQUIM OPORTUNISTA E CINZENTO

Salta à vista de qualquer um, o VERDADEIRO oportunismo do Jornal Record, e a necessidade em se querer por em bicos dos pés, aproveitando um hediondo crime que anda pelas bocas do mundo e do qual já vários jornais, entidades e privados têm manifestado o pagamento de fortunas fabulosas a quem der alguma pista que leve à descoberta dos culpados e verdadeiros bandidos que levaram ao desaparecimento da frágil bebé que é a Madeleine.
Segundo este verdadeiro pasquim, não tem outro nome quem procura o reboque à custa do sentimento das pessoas em momentos de grande fragilidade como é este o caso, "Record oferece 15.000 € a quem der à polícia pistas que levem ao regresso da menina a casa".
Onde estava este jornal quando desapareceram todos os outros meninos e meninas, portugueses inocentes, raptados, mortos e desaparecidos que NUNCA se lembrou deles nem ofereceu qualquer recompensa por nada?
Nada me opõe à notícia, pelo contrário, mas esse cheiro nauseabundo a oportunismo, custa-me.
E já agora, onde tem estado este jornal quando o assunto é o Apito Dourado, a Casa Pia e outros que envergonham este país cada vez mais degradado e pobre materialmente e em espírito?
Palavras para quê? É um PASQUIM português ...

sexta-feira, 11 de maio de 2007

ESTÁDIO NA PALESTINA OFERECIDO POR PORTUGAL

O Estádio na Palestina foi oferecido por Portugal.
O novo estádio da cidade de Al-Kahder, nos arredores de Belém, na Cisjordânia, cuja construção foi financiada por Portugal, através do Instituto Português de Cooperação para o Desenvolvimento, vai ser inaugurado na próxima segunda-feira.
O recinto custou dois milhões de dólares, tem capacidade para seis mil espectadores, é certificado pela FIFA e dispõe de piso sintético e iluminação.
A cerimónia de inauguração abrirá com uma marcha de escuteiros locais, conduzindo as bandeiras de Portugal e da Palestina, e a execução dos respectivos hinos nacionais.
Segundo informações obtidas pela Agência Lusa, Portugal vai oferecer camisolas de Cristiano Ronaldo, Deco e Quaresma, que serão expostas numa sala do estádio Al-Khader.
Afinal estamos ricos e não sabíamos.
Não há só vida para além do deficit, há também que ter muita paciência para se viver com esse deficit e principalmente com políticos que se diplomam ao domingo e exigem rigor e excelência.
A pachorra é que começa a faltar.
Fecha-se TUDO o que mexe em Portugal contudo, na Palestina o folclore ainda está a começar.
Grande país este, à beira mar plantado, sim senhor ...

OS AMIGOS DOS HOMENS E ... AS AMIGAS DAS MULHERES


GNR

Se és Jovem e ambicioso!

Queres curtir um cabriolet?

Queres pisar traços contínuos sem ser incomodado?

Queres andar de carro sem cinto de segurança?

Junta-te a nós!

Alista-te!

quinta-feira, 10 de maio de 2007

CARTA ABERTA AO PRIMEIRO MINISTRO JOSÉ SÓCRATES

Vale a pena transcrever uma carta aberta ao nosso Primeiro Ministro do meu amigo Valério Guerra, "chicoronho" como eu, um amigo íntegro e amante da verdade.
Não pode continuar a valer tudo, mesmo que ideologicamente nos custe.
Não pode haver duas medidas: a dos poderosos e a do povo ralé.
No fim, no fim, não devemos viver - depois de um 25 de Abril, como se ainda fossemos carneiros.
Nada mais me move senão o respeito que acho que merecemos, nós, o povo que paga impostos, deste "diz que é um país".

Valério



Carta Aberta ao
Excelentíssimo Senhor José Sócrates,
Primeiro-Ministro de Portugal




Sou português, africano. Natural do sul de Angola, cresci perto dos elefantes e esta é uma das razões de lhe escrever. Como sabe, os elefantes não esquecem e, o meu neto, educado em "ambiente" africano, o mais certo é não esquecer, também. Como a minha filha mais nova, a acabar o curso numa faculdade pública prestigiada, também não esquece.
E este é um dos meus problemas. Deixou de haver tertúlias sossegadas e conversas equilibradas cá em casa. Bastou para tanto, a história da sua licenciatura.
Sabe, eu quase sou descendente dos primeiros colonos que rumaram ao Lubango. O meu pai nasceu em 1917 e o meu avô foi criancinha para aqueles sertões. Já deve estar a ver como fomos criados: numa simbiose entre respeito, atenção com os idosos, rigor, honradez e verdade. A trapaça era muito mal vista, e alguns funantes sofreram com isso. Fomos educados na famosa pureza da água da Senhora do Monte, na cristalina transparência, no pão pão, queijo queijo. Foram estes valores que transmiti aos filhos, e espero que continuem para os netos.
E aqui começa o desassossego. A minha filha, até porque a nossa situação económica não é nada folgada, quer vir para casa. Para não gastar tanto, diz, insiste que vai falar com os professores para fazer os exames em casa. Podiam ser enviados pela Internet, em vez do fax, que é mais dispendioso. Não consigo demovê-la. Já lhe expliquei que se fosse deputada, talvez fosse possível e, mesmo assim, não seria para qualquer uma. Ou secretária adjunta de algum ministro, mas isso também seria difícil porque não temos partido: vamos votando.
E as altercações começam a subir de tom. É que ela quer também, médias altas, sem ter de estudar muito, sem ter de passar horas e horas agarrada às sebentas. Como não conheço nem reitor nem vice, ou, pior ainda, ela não tem nenhum professor a dar-lhe quatro cadeiras (quase do género – compra uma leva quatro!), isto está a tornar-se frustrante.
O senhor é o Chefe do Governo e, como tal, respeito-o e considero-o. Agora, não sou, nem devo ser obrigado, a imbecilizar a inteligência. Nem milhares e milhares de jovens que lutam denodadamente para se licenciarem, o devem fazer. Com essa obscuridade de equivalências e de cadeiras por atacado, que o senhor deseja transformar em exemplo, mais um seu ministro, fico com mais um problema: como é que explico aos meus filhos, os nossos antepassados e a pureza da água?
Sabe, sem história, sem exemplos, os valores perdem-se, alteram-se, e começa aí a desgraça, o declínio de um povo: passa a ser a lei do mais forte, de quem está no poleiro, de quem pode condicionar… em última instância, ao absurdo de maioria ser igual a absolutismo. E aqui é grave, muito grave, e não deve ser novidade para si.
Como é que me desenvencilho desta situação? A minha filha fala-me de si. Eu explico-lhe que isso é uma confusão. Que errar é humano, e pôr a culpa em alguém é estratégia, uma refinada estratégia - todos o sabemos!
Entretanto, ela não se cala. Diz que eu é que não quero ver. Que o senhor, em funções de muita responsabilidade e trabalho – trabalho de 24 horas, é o que dizem, ainda fez os exames todos num só semestre, num só mês, praticamente. Só de uma vez, fez quatro. Deve ter sido extenuante, para não dizer sobre-humano. E insiste nisto, porque acha que foi por ter feito em casa, ou no trabalho, fora do expediente, pois claro, como aquele de inglês, entregue depois da data de licenciatura.
Com isto, fico sem argumentos para a minha tradição de rigor, clareza, verdade, para não dizer de igualdade e, claro, perco a disputa. E isso é mau para quem é cumpridor. Fica-se devastado interiormente. Os filhos acham que falhámos, porque lhes ensinámos o caminho mais difícil e não o sol doirado da trapalhada, do vale tudo.
Há um presidente que, com malabarismos de relatórios, justificou uma guerra. O senhor condena-o. Acho muito bem! É assim que deve ser. É pena é ter ficado por aqui. Claro que uma coisa não tem nada a haver com a outra, dir-me-á. Mas tem: é uma questão de comportamento social, de nos sentirmos bem ou mal com a inverdade, com o baralha e torna a dar.
E agora, se não se importa, volto ao meu neto. Como os elefantes, já guardou datas e equivalências que baralharam as nossas conversas. Depois, como é que lhe vou incutir que não se deve copiar nas provas, fazer cábulas, etc., etc. Coisas em que a tentação de estudante é fértil!
Lá voltamos ao tal rigor, que o senhor gosta tanto, mas que vou ter dificuldade de explicar ao miúdo. Ele vai responder-me que com mais verdade ou menos verdade, também ele, sabe-se lá, poderá vir a ser presidente. E, perante isto, faço o quê? Lá vai a tradição, até da boa conduta, por água abaixo. Tantos anos, desde o meu avô, se calhar, desde o avô dele, em sermos pessoas de bem, e depois, por uma trapalhada que não entendo nem tem explicação lógica, desmorona-se um rumo educacional! Passa a haver desculpa para actos menos correctos – acabamos por cair nisso -, desde que depois se vá a votos, se tenha uns milhares de votos e, já está! Vira-se santinho! Será que é por isso que alguns autarcas – inocentes até prova em contrário -, ganharam eleições? Será que o povo já interiorizou que vale tudo e que os votos limpam mais branco? Que a Ética, nem falo na Moral, não tem raiz na Razão e sim no sufrágio dos votos?
Quero crer que não. Por isso lhe peço ajuda. É que isto tem transtornado os nossos serões, para além da situação económica, mas disso não deve ser o culpado! São os estrangeiros! Num aparte: tem alguma coisa a haver com o turismo?
Tem sido desgastante esta dualidade "orwelliana". Outro qualquer funcionário já teria um processo disciplinar, estaria a ser investigado pelas instâncias adequadas, etc. No seu caso, muito pouco se passa: quase somos a "Alice no país das maravilhas". E isto não é bom. Alguém deve ter razão. Não podem ser os dois lados desta moeda enegrecida. Até a democracia fica mal vista! Também não é justo para si! Deve ter razão, mas com essas suspeitas todas, passa a ser o que não quer que achemos que é. E não é justo! Mande logo entrar os cabrestos para recolher a infâmia ­- se for infâmia, para que venha a verdade, presa que está nos curros.
O que começa a doer, é que as pessoas já se aperceberam que o senhor não é o que quiseram fazer de si. Exceptuando os ortodoxos e os fanáticos, o bom senso começa a sofrer.
E lá estou eu, outra vez, metido numa embrulhada: a de explicar que os políticos, se não são sérios, é por uma questão de estratégia, etc., etc.
Assim, Senhor Primeiro-Ministro, como não se quis dar ao trabalho de solicitar uma sindicância, uma investigação (o nome, era consigo: também não é por aí!), independente – independentíssima, para apurar os factos relativos à sua licenciatura, ao menos incentive a senhora Procuradora a ser célere. É certo que está um pouco esquecido e baralhado, já lá vão uns anos, mas há todo o interesse de não se andar a arrastar este episódio. É que nunca mais tenho sossego, e há outros assuntos para conversar!
Lembrei-me agora. Porque não põe em tribunal a UNI, já que é ela que baralha os documentos (não é ela que os passa? Ou não será?), mais os jornais e os "blogues" que andam a mostrar coisas em que a bota não bate com a perdigota?
Para não falar noutra solução que lhe granjearia prestígio: candidatar-se ao exame, ou lá o que é, à Ordem dos Engenheiros. Inteligente como é, fazia-o com uma perna às costas, com distinção e matava a coutada inteira. Esta é uma boa ideia, não acha?
Isto resolvia-se, e eu tinha menos um problema para educar o meu neto!
Esperançado de que encontre tempo para atender o meu pedido


Seu
Valério Guerra

quarta-feira, 9 de maio de 2007

FOTO FANTÁSTICA


Em 26 de Janeiro de 2006 em Perth, na Austrália, uma multidão juntou-se numa praia local para testemunhar um espectáculo de fogo-de-artifício.

Entretanto, uma trovoada começou a aparecer do lado direito.
Mas o mais inesperado, foi entre estas duas manifestações de luz aparecer uma terceira, o Cometa McNaught, visível no hemisfério sul.

Um autêntico três-em-um que resultou nesta foto fantástica.



DO ATESTADO MÉDICO EM ANGOLA ... À AMBULÂNCIA DE RECURSO

Atestado ... pelo Kimbanda



... e transportado de Urgência pelo ... "INEM"

BARBEIRO DE BEJA


terça-feira, 8 de maio de 2007

MADELEINE BETH McCANN


Se viu esta menina, contacte

282 405 400

If you saw this girl, contact

00351 282 405 400


Pormenor inconfundível do olho direito de Madeleine McCann

(pupila derramada para a íris)

Madeleine Beth MacCann ia completar 4 anos (nasceu em 12-05-2003), desaparecida do resort The Ocean Club, na Praia da Luz, em Lagos, Algarve, em 03-05-2007, à noite.

Madeleine Beth McCann, almost 4 yars old, (she was born 12-05-2003) disappeared from The Ocean Club resort, Lagos, Praia da Luz, Algarve, Portugal ins the evening of May 3, 2007

PORTUGAL - NEM ESQUERDA NEM DIREITA ... O QUE TEMOS É CORRUPÇÃO!



Durão Barroso, Santana Lopes, e José Sócrates fizeram da governação uma quinta. HÁ DÚVIDAS?

Uma auditoria do Tribunal de Contas arrasou o governo e pôs a nu as causas verdadeiras do défice nas contas públicas.
Há anos que andamos a ser sacrificados e o pretexto é o do défice das contas públicas.
Para reduzir o défice das contas públicas, o governo não encontra outras soluções que não sejam as de fechar centros de saúde, maternidades, urgências hospitalares, escolas, consulados, e tantos outros serviços necessários às pessoas.
Nestes apertos, o interior do país tem sido o principal sacrificado, retirando-lhe o pouco que tem.
Na sanha da poupança, o governo aumenta os impostos, encarece serviços de saúde, reduz pensões, encarece medicamentos, tudo numa cata ao dinheiro do pobre, esmifrando tudo o que pode.
Não contente com as contas, o governo atirou-se aos funcionários públicos como se eles não fossem necessários e não prestassem serviços.
Pois agora, caiu a máscara. O relatório do Tribunal de Contas é claro e arrasador.
Os governos de Durão Barroso, de Santana Lopes, de José Sócrates fizeram da governação uma quinta, trataram-se, tratam-se como nababos. Verdadeiros esbanjadores da riqueza pública.
Consta no relatório do Tribunal de Contas que “os gabinetes ministeriais dos últimos três governos gastaram, entre 2003 e 2005, 12,8 mil milhões de euros”.
Isso mesmo: 12,8 mil milhões de euros. Uma soma astronómica!
Cada português paga 430 euros por ano para financiar os gastos com os gabinetes do governo. São os salários dos assessores, os pedidos de pareceres e a contratação de especialistas. Tudo feito sem controlo.” Uma anarquia! Os gabinetes ministeriais tornaram-se máquinas devoradoras de dinheiro público! Uma gamela onde se come à grande!
É um rosário de nomeações, gente amiga. “Durão Barroso fez 72 nomeações e terminou com 62; Pedro Santana Lopes começou com 108 nomeações e acabou com 80 pessoas; José Sócrates é apontado como o campeão das nomeações, 148”.
Foi José Sócrates que se apresentou como o moralista, o disciplinador.
Agora imagine-se se este ex-engenheiro não primasse pela excelência e pelo rigor (que ao que parece apenas se aplica aos outros, não a ele)
“Da astronómica verba, 12,8 mil milhões de euros, 216,3 milhões foram gastos em despesas de funcionamento, ou seja, papel, lapiseiras, clips, contas da água e da luz, telefones, etc.”
A fatia de leão dos gastos foi para “salários e outras retribuições para secretárias, motoristas, assessores (alguns com ordenados escandalosos), conselheiros, chefes de serviço, especialistas diversos, técnicos, juristas, em síntese, o chamado pessoal político”, uma corte de muita gente. Gente amiga.
Tudo pago pelo Zé.
Mas o espantoso deste regabofe é que os políticos responsáveis por este esbanjar são os mesmos que apregoam em público austeridade, rigor, eficiência administrativa, qualificação.
Os números do desmando são esmagadores. Em três anos (2003 a 2005) a despesa total movimentada pelos gabinetes do governo atingiu o valor de 12,8 mil milhões de euros”. Para se ter uma ideia: "os gastos dos ministérios davam para construir três aeroportos da Ota e uma dezena de pontes iguais à Vasco da Gama. "
Cada português teve de pagar do seu bolso 430 euros por ano para financiar o funcionamento dos gabinetes do governo. Estamos a falar de despesas que dizem respeito a ordenados com assessores, chefes de gabinete, pagamento de pareceres e contratação de especialistas”.
São 250 gabinetes governamentais que foram auditados pelo Tribunal de Contas e que empregaram 1303 assessores, técnicos, consultores e especialistas durante três anos.
“José Sócrates foi o primeiro-ministro em causa que mais nomeações fez para o seu gabinete, 148 nomeações”.
O “reformista” que despede funcionários públicos para entregar serviços a privados. Com estas políticas, com governantes deste calibre, o país não sairá da cepa torta, continuaremos mergulhados em sacrifícios insuportáveis.
Com tanto dinheiro gasto, quantos centros de saúde, hospitais, urgências, escolas se poderiam construir e manter em funcionamento, abertos às necessidades das populações e com bom serviço?
Os impostos que pagamos servem para alimentar um sistema político ineficaz, incompetente, esbanjador.
Deus nos proteja.

domingo, 6 de maio de 2007

TARIFAS DE UM BORDEL - 1915

É de facto um DOCUMENTO HISTÓRICO!
É curioso verificar que, nessa altura, já havia preçários nos bordéis ao nível daqueles que hoje encontramos em qualquer restaurante.
Não sei se em pleno século XXI estamos tão ... "avançados" mas, não acredito que existam cardápios que sirvam os interesses dos utentes dos bordéis.
Será o Pinto da Costa, pessoa para esclarecer esta dúvida?

CUBA, A ILHA - PRISÃO

Passados quase dez anos da queda do muro de Berlim, ainda há muitas pessoas que admiram Cuba e seu ditador, Fidel Castro.
Na verdade, desde muito tempo, Cuba é um mito, não só dos comunistas e dos esquerdistas. Fala-se muito de sua baixa mortalidade infantil, de seus sistemas de saúde e de ensino, da ausência de desigualdades sociais. E, cúmulo do absurdo, dizem que Cuba é o retrato da verdadeira solidariedade!
Faremos aqui um breve resumo da história e da realidade actual de Cuba para mostrar que a ilha está longe de ser um "paraíso" como querem fazer crer os seus admiradores. Baseamos o nosso trabalho no "Le livre noir du communisme", e em diversos artigos de jornais e revistas: "O Estado de São Paulo", "Veja" e em especial no artigo de 28/12/98 da "Folha de São Paulo".O objectivo maior da frente de oposição a Fulgêncio Batista (Fidel Castro fazia parte dela) era derrubá-lo do poder e fazer eleições, pois diziam querer a Democracia para Cuba. O próprio Fidel, em 1957, admitiu que não queria o poder; só queria voltar a advogar.
Fidel tomou o poder em 1959, e aí começou o terror: foram executadas 600 pessoas em 5 meses. Muitos desses assassinatos foram transformados em espectáculo ao estilo da Velha Roma. O ditador começa também a perseguir seus antigos companheiros.
Os ex-aliados de Fidel, vendo que foram traídos, formaram uma guerrilha nas montanhas de Escambray, mas foram vencidos pelo ditador e levados para o trabalho forçado nas plantações de tabaco.Logo depois da tomada do poder, Fidel proibiu associações e suspendeu os direitos fundamentais dos cidadãos. Fez uma "limpeza", livrando-se dos opositores (matando, exilando ou prendendo) no melhor estilo de Stalin, verdadeiros "Processos de Moscou" em Havana. Em 1961, 131 padres são expulsos da ilha. Fidel diz num discurso: "quero que a cúria falangista faça as malas". Em 1962 as greves são proibidas.
Logo depois, Fidel cria a DSE (polícia interna), conhecida pelos cubanos como "Gestapo vermelha", para repressão dos opositores do regime. Torturas e ameaças foram usadas em grande escala para amedrontar a população.Em 1965 foram criados os campos de concentração, os "UMAP". Mais de 30.000 pessoas foram levadas a eles, entre religiosos e "perigosos para o sistema". Foram tão desumanos que geraram protestos internacionais até de comunistas
Em 1978 foi aprovada a lei da "periculosidade pré-delitiva" , que em muito lembra o período do terror da Revolução Francesa e da época nazi.
De acordo com essa lei, qualquer cidadão poderia ser preso por mera suspeita se as autoridades achassem que ele era perigoso para o Estado, e com isso podia ser torturado, preso ou enviado para os campos de trabalho forçado.Com tanta repressão, muitos habitantes fugiram com barcos precários pelo mar, os famosos "balseros", 7.000 morreram. Fidel Castro, num acto de fúria, chegou a mandar helicópteros para afundá-los.De acordo com as contas dos exilados cubanos de Miami e do "Le livre noir du communisme", de 1959 até hoje, Fidel Castro matou mais de 15.000 pessoas e exilou quase 2.000.000 de habitantes (quase 20% da população), incluindo sua filha Alina Fernandez (ela recusa-se a usar o sobrenome "Castro").Fidel Castro ROUBOU as propriedades privadas das pessoas e da Igreja Católica, transformando-as em domínio público. Na verdade, transformou-as em suas propriedades, porque faz o que bem entender com elas. Feito o terror e consolidado o poder, Fidel Castro transformou a ilha num satélite da antiga URSS, com a única diferença de que ela não precisou construir muro ou ter cerca electrificada, pois ela é cercada de tubarões.
A economia socialista nunca funcionou bem em Cuba (aliás, em nenhum lugar do mundo deu resultado), já que sempre precisou do auxílio da antiga URSS, com a qual trocava petróleo por cana-de-açúcar, realizando um dos melhores negócios do mundo. Cuba sempre foi sustentada artificialmente pelo bloco soviético. Mas, agora que a "mesada" de Moscou acabou, o ditador foi obrigado a promover reformas capitalistas para sobreviver. Os dados sociais sempre foram "maquiados", nunca correspondendo à realidade das coisas.
Em Cuba existem duas classes sociais: a de Fidel e seus asseclas, e a do resto da população.
A primeira vive muito bem, usufruindo de todos os bens de consumo que o dólar pode comprar (Fidel Castro anda de carro Mercedes-Benz, possui mordomo e adora lagostas).
A segunda é obrigada, por exemplo, a contentar-se com: ½ Kg de carne de porco misturada com soja a cada 15 dias; ½ Kg de carne de vaca e um sabão em pedra a cada 2 meses; 1 par de sapatos a cada 6 meses. Os salários, apenas para exemplificar: um engenheiro ganha US$ 40, um jornalista US$ 30 e uma faxineira US$ 5 (não deveriam ganhar a mesma coisa?).Para efeito de comparação, uma refeição nos restaurantes ("paladares") custa em torno de US$ 20. Taxistas, porteiros e carregadores de hotéis 5 estrelas, prostitutas (Cuba é um dos destinos preferidos do chamado "turismo sexual") são os que ganham mais, pois recebem gorjetas em dólares.
A maioria das pessoas, para não passar fome, faz "extras" ou trabalha no mercado negro.
Apesar de ser uma ilha, em Cuba a pesca não é estimulada, pois Fidel tem medo que os pescadores fujam com seus barcos. Para os que não pertencem ao PCC (Partido Comunista Cubano) não há a mínima condição de ascensão social. Boa parte vive em cortiços, onde várias famílias se amontoam em espaços exíguos. Há fome no campo, principalmente na região de Guantânamo. Na ilha havia muitos colégios católicos.
Fidel confiscou-os e transformou-os em colégios ateus. Onde era ensinado Catolicismo, hoje se ensina a retórica ultrapassada e macabra do marxismo-leninista.O governo cubano é nitidamente anti-católico. Os habitantes ficaram privados, durante 28 anos, da festa do Natal. Não podem construir Igrejas nem fazer procissões.
Até 1992 o PCC não admitia cristãos entre seus membros. Na saúde, só os membros do PCC têm acesso aos melhores tratamentos. O resto da população convive com racionamento, ou total falta de medicamentos.De acordo com "Human Rights Watch", Cuba possui 800 presos políticos. Basta ter mera dissidência política para ser preso; não existem as mínimas garantias processuais. Vivia-se muito melhor na época de Fulgêncio Batista, porque a repressão não era tão violenta, havia várias escolas católicas, liberdade de culto para os católicos, possibilidade de ascensão social e respeito às propriedades privadas.
Cuba, nessa época, possuía a 3a renda "per capita" da América Latina. Com Fidel, tem a 15a .A história de Cuba de 1959 até hoje mostra um país marcado pela repressão brutal, pelo cerceamento das liberdades religiosas, espoliação das propriedades privadas, assassinatos, massacres e um nível de vida péssimo. É inacreditável, portanto, ver pessoas elogiando Cuba e o seu tirano Fidel Castro. Algum tempo atrás, o ditador cubano ganhou o inusitado "Prêmio Muamar Kadafi de direitos humanos". Francamente. Só falta, agora, ele ganhar algum prêmio instituído por Sadam Hussein ou por Milosevic. (Já perdeu estas hipóteses).
O escritor cubano exilado Cabrera Infante definiu Fidel Castro como sendo: "O Idi Amin Dada branco" (referência ao ditador africano, famoso por sua tirania e crueldades).
Acreditamos que o escritor exagerou, foi muito ríspido, pois Idi Amin poderia ter ficado ofendido...

CUBA - O "IDH" QUE TANTO ORGULHA OS SIMPATIZANTES DE FIDEL CASTRO


Índice de Desenvolvimento Humano
(Isto a propósito de uma conversa com um amigo que se encontra no Rio de Janeiro, defensor do regime castrista)
Qual Desenvolvimento Humano em Cuba?
Isto só mesmo para brincar ... De facto, os parâmetros para o cálculo do IDH, são quase todos eles baseados na saúde e educação (alfabetização, educação, esperança de vida, natalidade) o que, obviamente, à custa do mísero sacrifício a que o povo cubano é sujeito, elevam o índice de Cuba.
Não é difícil perceber a FALSIDADE que reveste a capa do índice de natalidade em Cuba, parte integrante dos parâmetros do IDH.
Medido por esses parâmetros, obviamente que o Índice de Cuba tem de crescer. Mas isso é extremamente redutor. Redutor e RIDÍCULO. Feito à medida.
Parece a Academia sueca a eleger o Prémio Nobel.

Agora, se incluirmos no Desenvolvimento Humano, a alimentação (que em Cuba é racionada e miserável por ser exígua), o conhecimento do mundo, a tecnologia, a habitação, o turismo, a informação, o automóvel, a televisão, o computador, o telefone, a máquina de lavar roupa, o lazer, o cinema, ir a um café tomar a bica e estar com os amigos, os transportes públicos, as publicações e revistas sociais, o turismo (interno) dos cubano ... enfim ... tudo aquilo que para nós hoje não passa de uma banalidade, as coisas assumem uma figura completamente diferente.
E o Poder de Compra? ZERO, aliás, nem isso, ... é NEGATIVO!
Quem não é do governo ou prostituta, vive ao nível ... de cão, (é a realidade, para além destas duas "classes sociais" quem vive bem em Cuba?)
Quanto ganha um cubano? Qual é o nível de vida lá? O que diz a "Human Rights Watch" de Cuba?
O "regime cubano social-comunista" RACIONA a comida nas lojas do Povo e, 1 pacote de arroz tem de dar para um mês numa família de 5/6 pessoas. Qual é o ordenado mínimo nacional? O equivalente a 12 euros em Portugal (2.4000$00) e o nível de vida lá é muito parecido com o de cá em Portugal. Um taxista, por exemplo, ganha 15 euros (3.000$00) e num mês de maior movimento, consegue ir aos 17 euros (3.400$00).O vencimento de um cubano é pago em "pesos cubanos" (moeda nacional) que apenas serve para eles cubanos pagarem as "despesas oficiais". Se pretenderem comercializar cá fora, têm de trocar esse dinheiro que sobrar por "pesos convertíveis" que são 10 vezes mais caros.
Não, NÃO ME ENGANEI, disse bem, DEZ VEZES MAIS CARO.

Por exemplo, eu comprei a uma criança de 5/6 anos talvez, 4 latas de leite em pó que não dá para 15 dias (pouco maior, cada uma, que a lata de leite moça) pelo equivalente a 22 euros, imaginem ... (ordenado mínimo 12 euros, recordo)
O "regime social-comunista/castrista" de facto, raciona a alimentação e com a política económica e objectivos de vida que traça e a que OBRIGA cada cubano, limita-os ao mínimo, ao que eles querem que o povo tenha. Dá-lhes saúde e educação, é um facto, mas NÃO PASSA DISSO. Realmente, quando se quer encontrar algo que mereça algum "destake" do "regime social-comunista/castrista", fala-se da saúde e da educação.

OS CUBANOS NÃO TÊM MAIS NADA ... !!! Isto tudo para já não falar na... ditadura de Fidel, nos presos políticos, nos fuzilamentos, na censura, etc. etc.
De facto Cuba tem o sistema de saúde e educação gratuitos, é verdade, mas para o governo ter AO MENOS alguma coisa para lhes dar do "sistema social-comunista" CADUCO, vê-se obrigado a CHULAR TODO o seu povo e, claro, os agentes de saúde e de educação.
Alguém troca uma saúde gratuita com 77,23 anos de VIDA DE CÃO por uma vida digna?
Eu, prefiro pagar a saúde e ter DIREITO A VIVER.
Trata-se, de facto, da opressão do povo cubano por uma SEVERA E SANGUINÁRIA DITADURA há 50 anos. Há mais tempo que Salazar em Portugal.
E o Bloqueio oprime o povo cubano? É verdade que sim, o bloqueio traz imensas dificuldades a esse povo que só é povo "coitadinho" para isso, porque para as barbaridades que o SISTEMA POLÍTICO ASSASSINO, BÁRBARO E CADUCO, isso já não é povo que sofre. Quando se trata de falar em Direitos Humanos... está bem, está bem ...
O Bloqueio de facto não dá aos cubanos para "viverem à larga" mas, o "regime de ditadura social-comunista" que vigora a FERRO E FOGO, dá muito, mas MUITO menos. E isso é o que custa dizer em voz alta embora eu admita que muitas vezes os seus defensores o pensem para dentro e em surdina.
Mas, toda a gente sabe que o Bloqueio é desculpa para TUDO e já não pega, (embora importante mas não é só, já o referi), não é pau para toda a colher, já são muitas desculpas ... por tudo e por nada, é o bloqueio. BASTA de desculpas já esfarrapadas, até parece que o resto é uma santidade. Parece o Sócrates, que ao fim de 2 anos de governo desastroso, a culpa ainda é do governo anterior, como se fosse a primeira vez que ele estivesse no o governo. Porquê que a Internet é proibida ao povo cubano? E os telemóveis? E os Jornais? E a pesca quando o que mais há lá é peixe e água por todo o lado? E o turismo? E a livre opinião? E a propriedade privada? O que é que tudo isto tem a ver com o Bloqueio?

Já alguém se imaginou 6 horas de pé, OBRIGADO a estar na Praça da Revolução (figura ao lado), debaixo de uma temperatura de 40 graus e mais, sem sombras no meio de milhares de pessoas, a ter de ouvir um discurso monocórdico e, no fim, ser OBRIGADO a bater palmas? O que é que isto tem a ver com o Bloqueio? Se um dos "inspectores de bairro" (chamados "bufos" no tempo de Salazar, ... em Cuba sempre é mais pomposo), - cada bairro tem 4 (1 por rua) - denunciar, faltas de rotina na rua ou faltas às manifestações de apoio a Fidel, o que é que isto tem a ver com o Bloqueio?
E se Cuba é um exemplo mais mediático, não será porque "aquilo" está tão podre que muito provavelmente será o próximo regime comunista a levar uma volta. Salazar caiu da cadeira, Fidel tropeçou no atacador. Querem maior semelhança?
O sistema socialista/marxista/comunista cubano de ditadura é deprimente para o povo cubano.
O Bloqueio NÃO PODE, NEM DEVE ser utilizado como ESCUDO ou como GUARDA-CHUVA do regime caótico, assassinos, desumano, "social-comunista" de Fidel de Castro. É óbvio que continuar ao fim de tantos anos a atirar a culpa POR TUDO E POR NADA ao bloqueio é também, para além de uma desculpa esfarrapada, má fé. O progresso cubano e o bem estar do povo cubano, devem-se mais ao regime que ao bloqueio já que a falta de direitos e limitações impostas por uma UTOPIA CEGA de regime, NADA têm a ver com o bloqueio.