BEM-VINDOS A ESTE ESPAÇO

Bem-Vindos a este espaço onde a temática é variada, onde a imaginação borbulha entre o escárnio e mal dizer e o politicamente correcto. Uma verdadeira sopa de letras de A a Z num país sem futuro, pobre, paupérrimo, ... de ideias, de políticas, de educação, valores e de princípios. Um país cada vez mais adiado, um país "socretino" que tem o seu centro geodésico no ministério da educação, no cimo do qual, temos um marco trignométrico que confundindo as coordenadas geodésicas de Portugal, pensa-se o centro do mundo e a salvação da pátria.
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quinta-feira, 22 de março de 2007

SÓCRATES (DES)MASCARADO?

ATÉ QUE ENFIM ... Jornal Público de hoje!

Há falhas no dossier da licenciatura de Sócrates na Universidade Independente


É um dos temas do momento na blogosfera. Correm boatos, insinuações.
Pergunta-se: como é que, em 1995,o actual primeiro-ministro completou a sua licenciatura?

Com a autorização de Sócrates, o PÚBLICO consultou o processo. E falou com o reitor e antigos professores ao dossier relativo à licenciatura de José Sócrates na Universidade Independente tem várias falhas. Há alguns documentos por assinar, ou sem data, timbre ou carimbo, tal como há elementos contraditórios, nomeadamente os relativos às notas atribuídas a José Sócrates. De acordo com os documentos a que o PÚBLICO teve acesso - 17 folhas fotocopiadas de "todo o dossier" de curso -, o primeiro-ministro terminou o bacharelato no Instituto Superior de Engenharia Civil de Coimbra em Julho de 1979, com média de 12 valores.

Quinze anos mais tarde, quando já estava empenhado na campanha de António Guterres para primeiro-ministro e era deputado do PS, inscreveu-se no curso do ISEL (Instituto Superior de Engenharia de Lisboa) de Engenharia Civil, na modalidade de Transportes e Vias de Comunicação. Uma das folhas do processo, de que foi dada cópia ao PÚBLICO e lida na presença do reitor da UnI, indica que José Sócrates fez dez cadeiras semestrais no ISEL, no ano lectivo de 1994/95. E deixou 12 por fazer, antes de entrar para a Independente.
Aqui, Sócrates concluiu cinco disciplinas.

Foi essa folha que terá servido para atestar a frequência das disciplinas no ISEL no processo de equivalência e matrícula da UnI, a 14 de Setembro de 1995.
Só que a sua data é posterior: nas costas da fotocópia vê-se um carimbo, assinado pelo chefe de secção da secretaria do ISEL, "conforme o original arquivado", com data de 8 de Julho de 1996. Já o Boletim de Matrícula na UnI revela que, nessa ocasião, o único documento junto ao processo foi uma fotocópia do BI. Se estes dois documentos são assinados e têm data, o mesmo não sucede com outras fotocópias.
É o caso, por exemplo, do Plano de Equivalências de José Sócrates, sem qualquer timbre nem carimbo e onde se concretiza que cadeiras mereceram equivalência por parte da UnI.
Ou do Pedido de Equivalência, uma folha não numerada (como todas as outras), onde apenas surge o nome José Sócrates Sousa, manuscrito pelo próprio, e o mapa de equivalências por ele proposto.
Acresce que o número de cadeiras a que é requerida a equivalência, 25, tem menos uma cadeira do que o total das disciplinas a que José Sócrates viria de facto a obter equivalência no processo de transferência: 26. Por outro lado, o espaço onde o responsável do conselho pedagógico pelo processo deveria colocar a sua assinatura está em branco.

Documentos sem numeração.
Não se sabendo a data em que foi entregue, consta também dos documentos consultados o requerimento em que José Sócrates pede o plano de curso da UnI e afirma enviar a relação das cadeiras que fez no ISEL. Sócrates ressalva, contudo, que o certificado do ISEL só o poderá entregar em Setembro, "pelo facto de algumas notas não estarem ainda lançadas".
Calcula-se que o primeiro-ministro se estivesse a referir a Setembro de 1995, mas com essa data, ou outra aproximada, não se encontra qualquer certificado do ISEL. O primeiro-ministro despede-se apresentando os melhores cumprimentos, com "do seu José Sócrates" escrito à mão.

O reitor disse não conhecer o primeiro-ministro antes de este ter frequentado a UnI.
Na resposta ao requerimento de José Sócrates, esta com data de 12 de Setembro de 1995, assinada pelo reitor, é atestada a recepção do requerimento e Luís Arouca indica já que a comissão científica da Faculdade de Ciências da Engenharia e Tecnologias deliberou "propor-lhe a frequência e conclusão das seguintes disciplinas do Plano de Estudos de Engenharia Civil: Análise de Estruturas, Betão Armado e Pré-Esforçado, Estruturas Especiais e Projecto e Dissertação". De fora ficou, "por falha", segundo Luís Arouca, a cadeira de Inglês Técnico.

Por fim, existem duas folhas avulsas, aparentemente folhas de rosto, que não se percebe a que se referem.
Uma, com cabeçalho do gabinete do secretário de Estado Adjunto do Ambiente, é um fax dirigido a Luís Arouca e aparenta ser uma folha de rosto. Na zona do texto, José Sócrates escreveu: "Caro Professor, aqui lhe mando os dois decretos (o de 1995 fundamentalmente) responsáveis pelo meu actual desconsolo." Luís Arouca afirmou ao PÚBLICO não se lembrar a que se referia o primeiro-ministro.
O reitor insistiu, ainda, que não existem mais documentos sobre José Sócrates naquela instituição.
"As fichas de cada aluno já ninguém sabe delas. Nos primeiros anos, a nota final é acompanhada com fundamento, depois é deitada fora", concretizou.
Sobre o registo do pagamento de propinas, a resposta foi semelhante. "Ao fim de cinco anos, vai tudo para o maneta."
Por fim, confrontado com o facto de as folhas do processo não estarem numeradas, o reitor afirmou:
"A numeração importa. Mas nem sempre se numera."
O certificado de habilitações, assinado pela chefe dos serviços administrativos, Mafalda Arouca, e pelo reitor, Luís Arouca, indica ainda que o curso foi concluído a 8 de Setembro de 1996, com média final de 14 valores.



http://www.publico.clix.pt/shownews.asp?id=1289019

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terça-feira, 20 de março de 2007

HABILITAÇÕES DE JOSÉ SÓCRATES

Há coisas do diabo!
Toda a gente trata o nosso primeiro-ministro como sr. Engenheiro José Sócrates e a ele não lhe incomoda essa sonoridade. Até sorri!
Desde a sua tomada de posse nessa qualidade, tem sido questionada a sua VERDADEIRA habilitação literária, já que, para outras coisas, todos lhe reconhecem habilitações próprias e muito mais que suficientes.
Vem tudo isto a propósito de, por onde quer que se procure, NUNCA se consegue saber que raio de habilitações literárias, ou falta delas, tem o nosso primeiro-ministro.
De facto, em todas as publicações e biografias, sejam elas do PS, sejam elas do Governo, apenas ficamos a saber que a sua área é a da Engenharia, ou melhor da "
Engenheiria".
Em lado algum se consegue perceber, nem ele o diz publicamente, ONDE, e QUANDO (já agora, e com que MÉDIA) é que ele tirou esse "curso de Sr. Engenheiro".




Como se pode verificar pelo Portal do Governo, a
Biografia e o Perfil deste nosso primeiro ministro não são a mesma coisa. E o curioso é que tudo isto tem vindo a ser alterado paulatinamente, como quem não quer da coisa, isto é ... pela calada da noite.

Esta referência a "Engenheiro" constava na referida biografia até sexta-feira (16-03-2007) e no perfil, até 2ª feira (19-03-2007).E o que dá vontade de rir é que, como se apanha mais depressa um MENTIROSO do que um coxo, a emenda feita no perfil não o dá como Licenciado em Engenharia mas sim em ... "Engenheiria".

É daquelas coisas, ... às vezes a boca foge mesmo para a verdade.

Não admira pois, que mais tarde ou mais cedo, venham os "cabouqueiros" corrigir este novo curso que o nosso primeiro ministro conseguiu agora inventar que, "nem para ser professor lhe dá."
Na verdade, esta situação de um primeiro-ministro que anda a esconder DESCARADAMENTE as suas verdadeiras habilitações, ou falta delas, é grave.


O fac-simile das duas versões sobre a sua biografia, é bem esclarecedor do pouco à vontade e da manobra com que este (des)governante lida com a situação.

Mas se repararem com atenção, à fuga permanente da informação sobre ONDE e QUANDO (no mínimo) tirou o curso, HÁ uma persistente e fóbica tentação em declarar que o pós-graduação em Engenharia Sanitária, foi tirado na Escola Nacional de Saúde Pública onde foi professor auxiliar, associado e catedrático e Presidente do Conselho Científico o seu ministro da Saúde, Correia de Campos

A biografia oficial do nosso primeiro ministro que se encontra no Portal do Governo, acaba de ser alterada e isso merece uma explicação depois de tanta interrogação que à sua volta tem sido feita.

José Sócrates deixou de ser "engenheiro civil" e passou a "licenciado em engenharia civil"

O que de facto me custa, entre MUITÍSSIMAS coisas, é recordar-me do gozo e da arrogância com que este primeiro ministro, tão bem retratado no Contra-Informação pelo Zé Trocas, dizia no último concurso de professores, lembram-se?: "Os professores que ficaram de fora no concurso não eram professores desempregados mas "simples licenciados, candidatos a professores... "

É que nessa altura, o primeiro-ministro já sabia muito bem distinguir entre um mero licenciado numa determinada área e os titulares de profissões na mesma área.

Faz como eu digo, não faças como eu faço...

E como é possível que a comunicação social abafe um escândalo destes: um Primeiro-Ministro que se intitula ser o que não é e cuja licenciatura só pode ter sido alcançada por artes mágicas.

Só em Portugal, um país onde até o Manuel Alegre era tratado por Dr. nas presidenciais

Imaginem se isto se passasse com o Paulo Portas, o Santana Lopes, o Cavaco Silva ou outro ... "vocês sabem bem o que estou a dizer".

segunda-feira, 19 de março de 2007

PARABÉNS NUNO MIGUEL

Oi miúdo ... PARABÉNS, rapaz ... estás um HOMEM.

Já lá vai o 20 de Março de 1985 ... já lá vão 22 anos!

Só precisas mesmo é de meter um pouquinho mais a cabeça no lugar, no resto, só te posso dizer uma coisa: és cinco estrelas (como a tua mana, aliás):

- Ó pai, perdi as chaves de casa
- Ó pai, apanhei uma multa
- Ó pai, a minha carteira tinha lá tudo: BI, multibanco, n.c. carta condução, dinheiro ...
- Ó pai, vou ter de pagar a portagem máxima de ida e volta. Perdi o ticket.
- Ó pai, olha a mesada, ó pai carrega-me o telemóvel ...

Bom ...

O que vale é que és do Sporting Clube de Portugal, apesar de nem sempre conseguires ver a maior parte da roubalheira das arbitragens, mas pronto!


Olha lá ... agora um conselho para levares a sério.

Tem juizinho e faz o que te digo mas não faças o que eu faço. Como sabes, e tens obrigação de saber isso, vale mais um bom conselho ... que um mau exemplo ... eheheheheheheheh ... por isso, aproveita agora, enquanto és jovem e não pensas, para seguir à risca o que o teu pai te diz. Aproveita a vida, porque só há esta, mas sempre balizada pelo bom senso, educação e respeito.


Neste dia de felicidade para todos nós, não só para ti, recebe um beijo deste teu pai, feliz por te ver crescer mas saudoso das tuas birras, do tempo em que te pegava ao colo e, dos teus segredos:



"A sorte que eu tive em me teres calhado como pai!!



PARABÉNS

domingo, 18 de março de 2007

RECIPROCIDADE - CARTA ABERTA A JOSÉ EDUARDO DOS SANTOS

É só clicar em cima da imagem para
que ela aumente e se possa ler melhor
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ALBERT EINSTEIN

Albert Einstein, foi a uma festa, e não conhecia ninguém... Logo tentou misturar-se aos convidados:
- Olá, como vai? - Perguntou ele.
- Vou muito bem, obrigado!
- Qual o seu Q.I.?
- 250.
Então logo começou a conversar sobre física quântica, teoria da relatividade, bombas de hidrogénio, etc.

Andou mais um pouco e encontrou outra pessoa:
- Olá, como vai?
- Perguntou ele, novamente.
- Eu vou bem, muito obrigado.
- Qual o seu Q.I.?
- 150.
Então, novamente começou a conversar, só que desta vez sobre política, desigualdade social, reforma agrária, etc.

Andou mais um pouco e encontrou uma terceira pessoa:
- Olá, como vai?
- Perguntou ele.
- Tô bem!
- Qual o seu Q.I.?
- 100.
Então começou a conversar sobre desemprego, aumento dos combustíveis, Bin Laden, terrorismo, etc.

Andou mais um pouco e encontrou outra pessoa:
- Como está, tudo bem?
- Tá-se!
- Qual o seu Q.I.?
- 50.!!!???
Então começou a falar sobre o Masterplan, Big-brother, Gisela, etc.

Deu mais uma volta e encontrou outra pessoa e perguntou:
- Como vai, tudo bem?
- Iá ...
- Qual o seu Q.I.?
- 10.
- E o seu Benfica, hein??

sexta-feira, 16 de março de 2007

EÇA de QUEIRÓS

Eça de Queiroz é por muitos considerado o maior escritor realista da literatura portuguesa, quer pela sua amplidão temática, quer pela capacidade narrativa, quer ainda, pelo rigor e criatividade do seu estilo impressionista.

Foi amigo de Antero de Quental, Teófilo Braga e outros escritores que integraram a chamada "geração de 70", que esteve na base da revolução da literatura portuguesa. Embora simpatizante da "Questão Coimbrã", preferiu manter-se distante e, foi em Évora, onde dirigiu um jornal que fazia oposição ao governo de forma elevada.

Mais tarde, vai para Lisboa, e passa a viajar pelo mundo como repórter. Em 1871 ao participar de forma brilhante nas "Conferências Democráticas", assume definitivamente os ideais defendidos pela "geração de 70".

Este país à beira mal plantado, está de tal maneira em 2007 que mais parece que ainda estamos a viver com 140 anos de atraso (Eça, 1867 "O Distrito de Évora"). Ai Eça, Eça ... que falta fazes tu cá hoje!

Estive em 2006 em Havana, capital de Cuba, e foi com um arrepio que encontrei esta singela homenagem do povo cubano a este GRANDE escritor português num café central da capital.
Numa das paredes exteriores do café esta placa ilustrativa:
É um café que foi regular e frequentemente visitado pelo cônsul de Portugal em Cuba - Eça de Queirós -, um café muito arejado, asseado, bonito, acolhedor, talvez boas razões, entre outras, para a sua escolha. No seu interior, era possível encontrar uma parede inteira com um painel em azulejo, que lhe era totalmente dedicado:"sobre a nudez forte da verdade, o manto diáfano da fantasia" - E.Q. gran escritor português, diplomático y consul de Portugal en La Habana (1872-1874).
Situa-se na rua em frente ao Hotel Ambos Mundos, em Habana Velha, onde viveu no quinto andar, entre 1932 e 1939, o escritor norte-americano Ernest Hemingway (1899-1961) onde conseguiu escrever o livro "Por Quem os Sinos Dobram", apesar das inúmeras caminhadas que fazia ao fim da tarde, percorrendo todas as Bodeguitas, começavam na Bodeguita del Medio* e acabavam na luxuosa El Floridita (onde tem uma estátua em bronze) completamente bêbado.
* Os dizeres "Meu mojito em La Bodeguita. Meu daiquiri em El Floridita" estão num quadro, assinado pelo escritor, no Bodeguita, que é simples e sempre cheio.
Dados mais relevantes deste GRANDE PORTUGUÊS
1845: Em 25 de Novembro, nasce na Póvoa do Varzim José Maria Eça de Queirós. - 1855: Entra como aluno interno no Colégio da Lapa, no Porto. - 1861: Matricula-se na Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra. - 1864: Conhece Teófilo Braga. - 1865: Representa no Teatro Académico e conhece Antero de Quental. - 1866: Forma-se em Direito. Instala-se em Lisboa, em casa do pai. Parte para Évora, onde funda e dirige o jornal Distrito de Évora. - 1867: Sai o primeiro número do jornal. Estreia-se no foro. Regressa a Lisboa. -1869: Assiste à inauguração do Canal de Suez. - 1870: É nomeado Administrador do Distrito de Leiria. Com Ramalho Ortigão, escreve O Mistério da Estrada de Sintra. Presta provas para cônsul de 1ª classe, ficando em primeiro lugar. - 1871: Conferências do Casino Lisbonense. - 1872:
Cônsul em Havana. - 1873: Visita os Estados Unidos em missão do Ministério dos Negócios Estrangeiros. - 1874: É transferido para Newcastle. - 1876: O Crime do Padre Amaro. - 1878: O Primo Basílio. Escreve A Capital. - 1878: Ocupa o consulado de Bristol. - 1879: Escreve, em França, O Conde de Abranhos. -1880: O Mandarim. - 1883: É eleito sócio correspondente da Academia Real das Ciências. - 1885: Visita em Paris Émile Zola. - 1886: Casa com Emília de Castro Pamplona. - 1887: A Relíquia. - 1888: Cônsul em Paris. Os Maias. - 1889: Assiste ao primeiro jantar dos "Vencidos da Vida". - 1900: A Correspondência de Fradique Mendes. A Ilustre Casa de Ramires. Em 16 de Agosto morre em Paris.

Informações Adicionais

O PIRILAMPO E A COBRA


Tão REAL e tão HUMANO, que até ARREPIA!

Era uma vez uma cobra que começou a perseguir um pirilampo que só vivia para brilhar...!
Ele fugia velozmente, com medo da feroz predadora, e a cobra nem pensava em desistir.
Fugiu um dia e nada; ela não desistia.
No terceiro dia e já sem forças, o pirilampo parou e disse à cobra:
- Posso fazer-te três perguntas?
- Podes. Não costumo abrir esse precedente a ninguém, mas já que te vou comer, podes perguntar.
- 1.º - Pertenço à tua cadeia alimentar?
- Não!
- 2.º - Fiz-te algum mal?
- Não!
- 3.º Então porque é que me queres comer?
- PORQUE NÃO SUPORTO VER-TE BRILHAR!!!

quinta-feira, 15 de março de 2007

DESPORTO e/ou SAÚDE














O nosso corpo é de facto uma máquina!Mas enquanto o automóvel, como máquina que também é, se desvaloriza com a sua utilização, o corpo humano utiliza esse movimento para se valorizar.

Melhor dizendo, deve saber utilizar esse movimento porque, na verdade, nem tudo o que seja movimento, desporto ou exercício, nos valoriza, isto é, nos dá saúde.

O Desporto levado ao seu extremo, a níveis de competição ou como se gosta muito agora de dizer, de alta competição, não é, nem pode ser, a mesma coisa que promover uma actividade física balizada por uma prática desportiva regular, por ideais de lazer e de ocupação de tempo livre.
















De uma forma geral, aceita-se que a prática desportiva traz benefícios à saúde individual e contribui para o bem estar físico individual e mental das populações
Independentemente da intensidade do esforço que o tipo de actividade física requer, existe também uma fonte de lesões que têm repercussão no estado de saúde de cada praticante e custos económicos elevados.

A prática de actividades físicas desportivas, requer portanto um conjunto de regras e cuidados que visem a prevenção de lesões, a promoção da saúde e a adopção de um estilo de vida activa e saudável.

Em suma: o Desporto não dá saúde, o que é preciso é ter saúde para fazer desporto


Está dado o pontapé de saída para umareflexão sobre o tema e para o desenvolvimento de alguns conceitos e atitudes que tenham em vista estes dois bens preciosos: o Desporto e a Saúde

O FUTEBOL VAI NÚ


O Futebol vai NÚ.

Estamos entregues a vários Pintos e a não sei quantos Costas.Valentins, há pelo menos 2: um é Valentão o outro é Valentinho (e aprendeu depressa).E até temos um Madail.

O Dr. Dias da Cunha bem lutou contra o SISTEMA. Foi sempre enxovalhado por aqueles que hoje são contra o Apito Dourado. Riram-se na cara dele e gozaram com ele.O Luis Filipe Vieira junta-se ao José Veiga e hoje diz-se o paladino da luta contra o Apito Dourado e pela Verdade e Transparência Desportiva. Esse mesmo que andou a telefonar ao Valentim Loureiro e ao Pinto de Sousa, à procura de árbitros para os jogos do Benfica, acha-se o grande defensor do Desporto na sua essência de Verdade e de Honestidade. Que DUPLA!

Este é o Futebol que temos. Muito abrangente. Do futebol jogado dentro e fora das 4 linhas ao futebol que tanto dá prazer ver como mete nojo. Do futebol que tanto se joga com os pés e com as mãos, como com os telemóveis, com os restaurantes e com os bordéis. Do Futebol da verdade e da mentira ao dos dirigentes e dos empresário.
Imagino o que o Dr. Dias da Cunha não se esteja a rir
O Futebol vai, de facto, NÚ.